Interacção de grupos

22 Janeiro, 2007

No meio de todo o meu “exagerado” e talvez inútil estudo, li esta frase que diz muito em poucas palavras:

No contexto da interacção do grupo, “O bom torna-se óptimo e o mau torna-se pior”

Se pensarem bem, existem muitos exemplos práticos da actualidade de decisões grupais, nacionais ou estrangeiras, onde se verifica a aplicabilidade desta frase denotando claro diferentes perspectivas…

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6 Comments Add your own

  • 1. Pedro Pregueiro  |  22 Janeiro, 2007 at 10:09 pm

    Desculpa mas eu não percebi exactamente como inseres essa frase nesse mesmo contexto. Talvez te pudesses explicar melhor… Fico à espera :D

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  • 2. susanacosta  |  23 Janeiro, 2007 at 11:28 am

    Dentro de um grupo, mm no nosso núcleo de amigos, as características boas, digamos assim, de cada pessoa são sempre salva-guardadas, sempre valorizadas… enquanto, por outro lado, pessoas com factores menos apreciados são sempre lembradas como tal, pelas suas características más não pelas boas… e neste caso, estas criticas são quase sempre “ofensivas”… Dai se dizer que dentro de um grupo, o que é bom torna-se óptimo, e o mau ainda pior, pior pra quem é afectado lógico…

    Isto foi só um exemplo, esta frase enquadra-se em vários sentidos do quotidiano das pessoas enquanto pertencentes a um grupo…

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  • 3. António Pedro  |  28 Janeiro, 2007 at 9:26 pm

    Claro! Quando interiorizas características de alguma pessoa, tens sempre tendência a exagerar (tanto no bom sentido, como no mau sentido). Imagina que a pessoa pode ser caracterizada numa escala de cinzentos. Um extremo é branco e outro é preto. Tens muita mais facilidade em lembrar-te do branco ou do preto (o óptimo e o pior) do que lembrar-te de quem fica nos tons cinzentos intermédios (o tal bom e mau). Uma vez que os extremos destacam-se sempre dos tons intermédios, é natural que seja neles que as pessoas pensem ;)

    É algo que fazes naturalmente :) E fazes isso com toda a gente ;)

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  • 4. susanacosta  |  29 Janeiro, 2007 at 9:58 pm

    E nos mais variados temas da vida, do quotidiano… Dei um exemplo de afinidades com pessoas mas pode-se verificar nos mais variados ramos da sociedade…

    Obrigada pelo comentário…

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  • 5. Rita  |  16 Fevereiro, 2007 at 10:46 pm

    Sinceramente concordo plenamente com a frase. E acredita que não e preciso ir tão longe em questões “alem fronteiras” e afins, basta olharmos para os nossos próprios grupos de amigos e conhecidos.
    Se um dos elementos traz algo novo e coloca, digamos, em tema de discussão esse tema vai passar de bom a muito bom pois dá-nos a parecer que em grupo, ainda mais quando os elementos se dão bem, que nos sentimos a vontade para dar ênfase a esse facto e uma notícia que era boa ate esse ponto e agora óptima. Mas na situação inversa esse ênfase dado desta vez a uma noticia negativa, e descaradamente mais flagrante.
    Vejamos quando alguém se chega ao seu grupo e diz que viu um amigo ou um colega completamente”cego”. Esse facto, não só se vai tornar tema de conversa como essa noticia vai passar de ma a horrível, e uma bebedeira passa rapidamente a algo inconcebível e imaturo… agora digam -me se não bastam os exemplos do dia a dia?

    Responder
  • 6. Rita  |  16 Fevereiro, 2007 at 10:48 pm

    loool O comentário e um pouco repetitivo porque escrevio sem ler os outros! Desculpa linda!:)

    Responder

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