Perturbação Obsessiva Compulsiva – POC

26 Outubro, 2007

A perturbação Obsessiva Compulsiva é uma perturbação de ansiedade que se caracteriza pelos critérios abaixo assinalados, critérios esses usados e presentes no manual de diagnostico utilizado pelos profissionais competentes.

Critérios Diagnósticos para F42.8 – 300.3 Transtorno Obsessivo-Compulsivo

A. Obsessões ou compulsões:
Obsessões, definidas por (1), (2), (3) e (4):
(1) pensamentos, impulsos ou imagens recorrentes e persistentes que, em algum momento durante a perturbação, são experimentados como intrusivos e inadequados e causam acentuada ansiedade ou sofrimento


(2) os pensamentos, impulsos ou imagens não são meras preocupações excessivas com problemas da vida real
(3) a pessoa tenta ignorar ou suprimir tais pensamentos, impulsos ou imagens, ou neutralizá-los com algum outro pensamento ou ação
(4) a pessoa reconhece que os pensamentos, impulsos ou imagens obsessivas são produto de sua própria mente (não impostos a partir de fora, como na inserção de pensamentos)
Compulsões, definidas por (1) e (2)
(1) comportamentos repetitivos (por ex., lavar as mãos, organizar, verificar) ou atos mentais (por ex., orar, contar ou repetir palavras em silêncio) que a pessoa se sente compelida a executar em resposta a uma obsessão ou de acordo com regras que devem ser rigidamente aplicadas.
(2) os comportamentos ou atos mentais visam a prevenir ou reduzir o sofrimento ou evitar algum evento ou situação temida; entretanto, esses comportamentos ou atos mentais não têm uma conexão realista com o que visam a neutralizar ou evitar ou são claramente excessivos.
B. Em algum ponto durante o curso do transtorno, o indivíduo reconheceu que as obsessões ou compulsões são excessivas ou irracionais.
Nota: Isso não se aplica a crianças.
C. As obsessões ou compulsões causam acentuado sofrimento, consomem tempo (tomam mais de 1 hora por dia) ou interferem significativamente na rotina, funcionamento ocupacional (ou acadêmico), atividades ou relacionamentos sociais habituais do indivíduo.
D. Se um outro transtorno do Eixo I está presente, o conteúdo das obsessões ou compulsões não está restrito a ele (por ex., preocupação com alimentos na presença de um Transtorno Alimentar; puxar os cabelos na presença de Tricotilomania; preocupação com a aparência na presença de Transtorno Dismórfico Corporal; preocupação com drogas na presença de um Transtorno por Uso de Substância; preocupação com ter uma doença grave na presença de Hipocondria; preocupação com anseios ou fantasias sexuais na presença de uma Parafilia; ruminações de culpa na presença de um Transtorno Depressivo Maior).
E. A perturbação não se deve aos efeitos fisiológicos diretos de uma substância (por ex., droga de abuso, medicamento) ou de uma condição médica geral.
Especificar se:
Com Insight Pobre: se, na maior parte do tempo durante o episódio atual, o indivíduo não reconhece que as obsessões e compulsões são excessivas ou irracionais

Entry Filed under: Geral, Psicologia. .

43 Comments Add your own

  • 1. Ricardo  |  26 Março, 2008 at 2:11 am

    Ola Susana! Desculpa tratar-te por tu.
    Não tive tempo de ler tudo o que tens exposto, mas gostei imenso do que li. O meu pai sofre de POC. Além disso, tenho outros problemas com outros elementos familiares, e de facto precisava mesmo de aconselhamento pois não quero afundar-me com todos os problemas que já existem… És psicologa? Desculpa-me estar a escrever isto desta maneira. Diz algo.
    Abraço
    Ricardo Seixas

    Responder
  • 2. susanacosta  |  26 Março, 2008 at 4:55 pm

    Olá Ricardo,
    Eu ainda não sou psicóloga… mas estou a estudar pra isso…
    Gostei bastante de saber que aprecias o meu blog, é sempre bom ter boas apreciações do mesmo.
    A doença em causa pode ser de difícil “trato” mas sempre se pode oferecer melhor qualidade de vida aos que sofrem de POC bem como aos que lidam com essas pessoas diariamente.

    Susana Costa

    Responder
  • 3. sandra  |  01 Abril, 2008 at 7:42 pm

    Olá!

    Não sei bem como iniciar esta “conversa”, não sou desinibida mas não deixar ser estranho!

    Descobri ontem (dia 31/03) que sou doente de POC. (isto p além de ter Lupus já diagnosticado à 5 anos.).. Não fiquei surpreendida a não ser pela denominação da própria doença!

    Estive com o meu médico de familia, isto depois de já ter tomado a consciência à um certo tempo q qq em mim não estava bem! Essa qualquer coisa deixou de ser uma qualquer coisa e passou a q ser muito importante, demasiado importante…

    Pedi ajuda, supliquei ajuda… Já me afecta na vida profissional, social e quase familiar… O que me deixa apavorada pq tenho uma marido fantástico e um filho de 3 anos maravilhoso q n quero perder de modo algum… Tenho um suporte familiar que se perder deixo de “existir”…

    Este meu apontamento pode ser mais um no meio de entre tantos, mas já ajudou a desabafar mais uma coisita que neste momento me tirou mais um peso de muitos Kg’s…

    Um beijinho e até sempre!

    Responder
  • 4. susanacosta  |  01 Abril, 2008 at 8:03 pm

    Ola Sandra!

    Se realmente já te foi diagnosticada a psicopatologia P.O.C. também já te deverão ter encaminhado para teres um acompanhamento psicológico adequado e, consoante a gravidade do caso, dos teus familiares mais próximos também, no caso o marido, por exemplo.
    Já é muito bom quereres “curar-te” por pensares nos teus mas, principalmente, em ti. Esta doença pode ter cura, ou então uma melhoria muitíssimo substancial no teu quotidiano e na forma como reages com os que te rodeiam.
    Muito obrigado pelo comentário e muita força de vontade para as tuas melhoras.

    Susana Costa

    Responder
  • 5. Ricardo Seixas  |  02 Abril, 2008 at 3:37 am

    Ola Sandra

    Gostaria de falar consigo. Por favor mande-me um email para o qual eu possa comunicar.

    Obrigado

    Ricardo Seixas

    Responder
  • 6. Patrícia  |  09 Abril, 2008 at 1:39 am

    OLA SUSANA..
    TENHO 15 anos e suspeito que poderei ter esta doença..tudo começou quando, ao ver um programa do Dr, Phil.. reconheci alguns dos sintomas em mim (como por exemplo..verificar o prazo de validade de todo o que como, sempre que entro em casa sozinha, quando não está ninguém, tenho a necessidade de procurar por alguém, que penso que me irá fazer mal, como um ladrão, e enquanto procuro penso sempre o que é que fazeria se realmente encontrasse, com que é que objectos me poderia defender e coisas do género. Penso muito no ’se’.. se esta ponte caísse o que é que eu fazia, se tivesse um acidente o que fazia, se tivesse uma doença grave qualquer o que fazia.. e muito mais diversas coisas).
    Por outro lado não vejo motivos nenhuns para ter estes comportamentos, visto que acima de tudo, SOU FELIZ, sou boa aluna, nunca apanhei grandes sustos na vida, como ser assaltada, faço desporto regularmente(cerca de 9h semanais), tenho muitos verdadeiros amigos…
    Outro aspecto, que alvez seja pertinente é o de não mostrar estes actos ás outras pessoas, nunca ninguém se apercebeu, tenho sempre cuidado de não o mostrar para o exterior. Mudo também muito rapidamente de estado de espírito, tanto posso estar muito contente e a no dia seguinte já posso estar em baixo.. irrito-me também com muita facilidade, não aturo pessoas que se estejam frequentemente a queixar de tudo.
    Gostava que me dissesse o que pensa, se acha que realmente posso ter p.o.c e o que fazer…

    Obrigada.. aguardarei a resposta

    Responder
  • 7. susanacosta  |  09 Abril, 2008 at 2:59 pm

    Ola Patrícia,

    Eu ainda não acabei o meu curso, daí isto não ser um diagnostico nem nada parecido (até porque seria necessário um melhor conhecimento da situação).
    Na minha opinião, não tens a psicopatologia P.O.C., uma vez que, o que descreveste não se encaixa nos critérios de diagnóstico para esta doença. O que muito provavelmente será é que podes ser uma pessoa ansiosa, preocupada com o que te rodeia e com possíveis situações perigosas mas não é uma psicopatologia.
    O facto de te irritares facilmente é so uma questão de temperamento ou paciência, traços de personalidade.
    É natural que ao ver esse tipo de programas ou mesmo lendo critérios de diagnostico de diferentes psicopatologias, as pessoas tendam a ver em si aqueles critérios, de uma forma ou de outra, mesmo que eles na verdade nao estejam presentes.

    Muito obrigada pela questão, espero que te tenha ajudado de alguma forma.
    Se quiseres tirar mais duvidas tas a vontade, seu puder e souber responderei com todo o prazer.

    Susana Costa

    Responder
  • 8. Ricardo Seixas  |  09 Abril, 2008 at 9:22 pm

    Ola a todos

    Quem quiser contactar-me, por favor mande-me email (tambem messenger):

    rebric25@hotmail.com

    abraco a todos
    Ricardo

    Responder
  • 9. PedroNoronha  |  15 Junho, 2008 at 10:02 pm

    Olá,Susana eu descobri que sofro de POC,sou obssecado por aves,por ver muito o googleearth(fazer viagens obsessivamente pelos sítios onde vou nas férias) e por fazer junções no hi5.
    Precisava de mt ajuda e com isto podes adicionar o meu msn que é apedronoronha@clix.pt
    é que tu como já tens esperiência nesta área poderias dar-me uma ajuda.Porque há coisas que não são fáceis para mim

    com os meus comprimentos

    Pedro Noronha

    Responder
  • 10. susanacosta  |  20 Junho, 2008 at 6:07 pm

    Boa tarde,

    Desculpa só responder agora mas não tenho tido muito tempo para o blog, dai não escrever muito…

    Eu sou apenas uma estudante de psicologia, tenho alguns conhecimentos na área da psicopatologia P.O.C. mas de todo te poderia ajudar de uma forma eficaz, não conheço o teu caso, e mesmo que conhecesse não te poderia ajudar, ainda n sou licenciada, nem capacitada ainda para tal, e muito menos seria por msn.

    Se foste mesmo diagnosticado por um profissional competente, esse mesmo profissional te poderia ajudar, ou então outro que possas contactar para te ajudar.

    Lamento não te poder ajudar

    Muito obrigada pelo contacto,

    Responder
  • 11. Cristina Toste  |  29 Junho, 2008 at 12:23 am

    Olá Susana,

    apesar de já teres referido aqui no teu blog : “Eu sou apenas uma estudante de psicologia, tenho alguns conhecimentos na área da psicopatologia P.O.C. …” gostava de expor o meu caso e saber a tua opinião ou como orientar-me na resolução do meu “problema”.
    Eu tenho 22 anos sou casada vai fazer 3 anos em Julho e sofro (depois de uma consulta com uma psiquiatra) de um distúrbio de ansiedade com tendências agrofóbicas. Á 4 anos tive uma depressão com ataques de pânico, que depois de ter feito tratamento com Paxetil e Diazepam passou. Actualmente, desde o mês de Fevereiro (deste ano) que sofro do mesmo. Desta vez tomo Paroxetina e Alprazolam e Diazepam 5 mg ( só em caso de crise de pânico).
    As crises de pânico são super desconfortáveis, começo a transpirar das mãos, começo a ter calafrios, tenho a sensação de que não estou a respirar bem o que me dá a sensação de que vou morrer, tenho pensamentos que julgo serem irracionais, e sinto um medo enorme de morrer. Tento manter-me distraída durante o dia, porque já reparei que se não o estiver começo a concentrar-me na respiração e a ter aqueles pensamentos irracionais que me fazem ter as crises de pânico. Tento controlar, mas nem sempre resulta e tenho de tomar a medicação. isto fez com que eu deixasse de sair de casa, porque comecei a ter receio de ter estas crises em público, mas à mais ou menos um mês comeicei a sair de casa, e mesmo assim sinto ansiedade em certos sítios que frequento, tipo se estiver numa festa onde haja muita gente, muito barulho e fumo eu tenho tendência de sofrer de uma crise de pânico.
    Eu gostaria de saber se apesar da medicação, se existe outras coisas que poderia fazer para que me fizesse deixar de ter estes pensamentos irracionais que me fazem sofrer destas crises de pânico, ou se existe exercícios que possam ajudar a controlar as crises. Já ouvi falar em controlo da respiração, já ouvi dizer que praticar exercício é bom, porque ajuda a controlar a ansiedade. O que achas?
    Outra coisa questão, começo a notar que o meu marido tipo fica com receio das crises que tenho e o facto de ele ficar parado a olhar pra mim faz-me pensar que estou doida o que não me ajuda nada a ultrapassar a crise, porque eu realmente fico fora de mim, ao ter as crises de pânico e como tenho a sensação de que vou morrer começo a andar pela casa feita doida, com o polegar no pescoço para sentir a minha pulsação e ter a certeza de que o meu coração continua a bater. Que conselho darias a ele para ele me poder ajudar nas crises, ou seja, o que é que uma pessoa pode fazer para ajudar a pessoa que está a sofrer a crise?

    Com os melhores cumprimentos,
    Cristina Toste

    Responder
  • 12. susanacosta  |  29 Junho, 2008 at 8:10 pm

    Olá Cristina,

    Se está diagnosticada por um psiquiatra com uma perturbação de ansiedade, o melhor seria mesmo ser acompanhada por esse médico (já que conhecerá o seu caso muito bem) ou recorrer a um psicólogo para arranjar estratégias para controlar senão remover os seus sintomas e sinais. Até mesmo para acompanhar o seu marido, o profissional saberia aconselhá-lo de uma forma eficaz. no entanto, é sabido que a prática de exercício físico alivia o stress do quotidiano, ajuda a controlar a respiração, etc, tal como disse, são sempre estratégias que também pode adoptar.
    Muito provavelmente esses ataques de pânico que descreve decorrem da agorafobia, pode sempre evitá-los, e pode também tentar por etapas delineando espaços de segurança para si (quarto, casa, emprego…), ir redescobrindo os espaços, ver que realmente não existe nenhum perigo, que não está presa nesses espaços, que tem sempre saida, ir conhecendo também o seu corpo, conhecendo a sua respiração, etc.
    Isto são ideias, mas deve realmente consultar um psicólogo para a acompanhar, e desenvolver junto consigo o melhor método para controlar os seus ataques de pânico.
    Espero ter ajudado de alguma forma.

    Cumprimentos
    Susana Costa

    Responder
  • 13. Cristina Toste  |  16 Julho, 2008 at 12:40 am

    Olá Susana,
    quero agradecer-te por teres tomado em consideração o meu pedido de ajuda e teres respondido a este.
    Vou tomar em consideração ao que me disseste e vou tentar encontrar um psicólogo para que este consiga tal como disseste arranjar estratégias para controlar senão remover os meus sintomas e sinais, e para também acompanhar o meu marido para lhe aconselhar de forma eficaz o que ele deve de fazer para me ajudar nas alturas das crises de pânico.
    Quanto ao exercício físico eu já pensei ir pra um ginásio e praticar, mas o meu receio de frequentar espaços público tem feito com que eu não tenha avançado ainda, mas vou tentar dar um passo em frente.
    Susana muito obrigada pelos teus conselhos e pela a ajuda.

    Melhores cumprimentos,
    Cristina Toste

    Responder
  • 14. Orlando  |  23 Julho, 2008 at 6:55 pm

    Susana
    desejo boa sorte no teu curso. pelo que li,pelo teu interesse, terás sucesso. tem-no quem tem paixão pelo que faz ou estuda… a minha prima tem POC. acho eu… tem medo que o alcatrão da rua suje o calçado, que este suje a casa, que depois vá para a roupa, para a máquina de lavar e suje tudo… um ciclo. isto acontece para as gorduras, vidro, tinta… qualquer actividade dos pais que lhe levante esse medo, verifica e volta a verificar. fica ansiosa, chora… está a tomar dumyrox 50 de manhã e dumyrox 100 a noite. passaram 3 meses e cada vez encontra mais medos para se preocupar. não lava a roupa, nao faz a cama… enfim, o que podemos fazer? quer que a ouça. fala fala e quase sempre a consigo convencer que os medos nao teem razão de ser. fica bem. no dia seguinte lá encontra outra coisa…o que podemos fazer? sugestões? obrigado

    Responder
  • 15. susanacosta  |  23 Julho, 2008 at 7:10 pm

    Boa tarde,

    A única sugestão que posso dar para a sua prima, é que contacte um profissional, um psicólogo ou psiquiatra para a acompanhar, isto se já não o tiver. É muito importante ter um acompanhamento especializado no caso para ter um melhor nível de vida para si e para os seus.

    Isto é um conselho que dou a todos os que aqui colocam as suas dúvidas, na medida em que, só um profissional com pleno conhecimento da situação poderá ajudar as pessoas com essa ou qualquer perturbação psicológica.

    Lamento se não posso ajudar da forma que gostaria.

    Muito obrigada pelo seu comentário.
    Susana Costa

    Responder
  • 16. PedroNoronha  |  05 Outubro, 2008 at 12:31 am

    ola,tudo bem? podes ajudar-me numas coisas é que eu também não me sinto bem tenho muitas obsessões,dantes era com aves,agora é com outras coisas bem piores e dificies de perceber…podes adicionar o meu contacto de msn para falarmos é claudino_pedro@hotmail.com

    Responder
  • 17. PedroNoronha  |  05 Outubro, 2008 at 12:38 am

    e também agora surgiu-me 2 coisas,uma delas é que faço junções de pretos com brancos,porque fui influenciado no 11 e 12 ano e agora por certas ideias que tinham e dantes faziam mts junções e ia ao hi5 ver raparigas pretas ou indias para gostar delas para me entusiasmar mas no fundo não era,e ficava obssecado por encontrar isso,e agora surgiu-me uma coisa que é sobre os meus genes em pensar como tipo o meu pai tem olhos azuis e eu tenho olhos castanhos e a minha mãe também…e como seriam os meus filhos…eu na escola tive medo de contar a um rapaz e uma rapariga que conheço,dps quando vires esta msg diz algo,Susana,Ok?

    com os meus cumprimentos

    Pedro Noronha

    Responder
  • 18. susanacosta  |  05 Outubro, 2008 at 6:05 pm

    Boa tarde,

    Como te tinha dito num primeiro contacto que fizeste comigo através deste blog, eu não te posso ajudar tanto porque não conheço o teu caso a fundo para, posteriormente, te poder ajudar, nem seria possível elaborar e por em prática um tratamento adequado caso necessário e, também, ainda não sou licenciada, o que quer dizer que não estou habilitada para tal.
    Como havia dito, o melhor a fazeres é contactares um profissional (psicólogo ou se preferires psiquiatra) para te ajudar.

    Peço desculpa por não puder fazer mais.
    Susana Costa

    Responder
  • 19. PedroNoronha  |  07 Outubro, 2008 at 9:18 pm

    entao e olha nao dsp dizer isto nao dá para falarmos por telemovél podes ficar o meu número é o 969120109
    é que eu precisava de mudar algumas coisas em mim e tenho uma psicologa só que pelos vistos não chega…poderias só se poderes esclarecer algumas dúvidas

    com os meus comprimentos

    Pedro Noronha

    Responder
  • 20. susanacosta  |  07 Outubro, 2008 at 9:57 pm

    Boa noite,

    Peço desculpa mas eu não te vou dar o meu contacto, uma vez que não acredito que eu te possa ajudar, pelos motivos que mencionei anteriormente.
    Se não estas contente com o processo terapêutico adoptado pela tua psicóloga, conversa com ela a ver se não pode adoptar uma outra abordagem, ou então, considera encontrar um outro psicólogo que utilize diferentes abordagens teóricas que se enquadrem melhor no teu caso.
    Mais uma vez, peço desculpa por não poder ajudar.

    Susana Costa

    Responder
  • 21. ammaelis  |  20 Novembro, 2008 at 10:48 am

    Olá a todos,

    Julgo ter sido apanhado por esta doença, e embora ja conheçendo os sintomas em mim, só há pouco tempo consegui reconheçe-la como um problema / doença.

    Tenho tido pensamentos muito desconfortáveis e totalmente indesejados e doi bastante quando se tratam de pessoas como a nossa familia (filhos, mulher, amigos)
    A nivel de comportamentos (também eles indesejados), tiques mentais ou mesmo físicos.

    Desde de criança que tenho tanto um como outro sintoma e foram variando de intensidade no decorrer dos anos. Nos dias de hoje sofro consideralvemente com a doença e não encontro maneira de a enfrentar visto ser algo que mentalmente é bem mais forte que nós.

    Gostava de saber meios para tratar esta doença, taxas de sucesso etc, gostava de poder trocar pontos de vista, experiências, livros sobre o tema, qualquer coisa para tornar esta doença o mais leve possível.

    Desculpem o bombardeamento, estou bastante aflito

    Responder
  • 22. Bruno Fernandes  |  10 Janeiro, 2009 at 9:20 pm

    Amigo tenta ajuda na associação Domus Mater em Lisboa. Eles lá têm toda a informação e o apoio que tu precisas. Sê forte e não desanimes pois essa doença tem cura. Se precisares mais de informação diz que eu estarei disponivel para te ajudar (brunofernandes340@hotmail.com)

    Responder
  • 23. Glorinha  |  06 Março, 2009 at 2:04 am

    Esta doença é muito parecida com a depressão…..poderia me falar mais a respeito?bjo

    Responder
  • 24. susanacosta  |  10 Março, 2009 at 8:38 am

    Ola Glorinha,

    A POC não está relacionada nem é tida como semelhante da perturbação depressiva. Se ler com atenção o post irá perceber que as duas não estão ou podem não estar de todo relacionadas.

    Obrigada pela visita ao bog,
    Susana Costa

    Responder
  • 25. Pedro Mandim  |  26 Março, 2009 at 6:11 pm

    Tanbem sou portador de poc!!!

    Adicionem-me: pedromandim@hotmail.com

    Responder
  • 26. Ivo Mendes  |  22 Abril, 2009 at 9:27 am

    Olá Susana,

    A minha namorada tem POC. De dia para dia está a piorar, já tentei de tudo, ultimamente limito-me apenas a responder 100 vezes as mesmas perguntas. Ontem ela detectou uma pequena mentira que lhe disse numa das perguntas dela com o intuito de a aliviar na altura, mas infelizmente ela apercebeu-se disso ontem e claro que admiti, mas infelizmente isso desencadou uma crise de confiança, ela não admite mentiras é completamente obcecada por isso, Infelizmente ela também não se sente capaz de ser ajudada, pois tem muito medo das doenças, os medicamentos para ela significam pura e simplesmente doenças (cancro por exemplo), a família ignora por completo esta perturbação e os amigos não se apercebem. Não sei como fazer, tenho medo de começar do zero com ela e tentar ganhar novamente a confiança dela aos poucos pois não sei qual será a reacção dela depois destes acontecimentos, mas não gostaria de me afastar dela, no entanto preciso de ajuda conselhos estou sozinho nisto quero apenas que ela seja feliz e que seja ajudada.

    Obrigado

    Responder
    • 27. susanacosta  |  22 Abril, 2009 at 11:05 am

      Olá Ivo,

      Eu aconselho-te a conversar com ela sobre a possibilidade de irem a um psicólogo, isto porque o objectivo destes profissionais não é, primordialmente, receitar medicamentos mas ver qual o melhor tratamento psicológico para uma pessoa. Pode acontecer que o psicólogo, como complemento de tratamento, sugira uma medicação mas todo esse processo é negociado com o cliente, no caso a sua namorada. Todo o processo e percurso terapêutico é negociado, ou seja, a sua namorada pode kestionar desde o inicio tudo o k irá fazer e como. Pelo que percebi, ela tem consciência que alguma coisa está mal com ela, e isso ajudara bastante a procura de tramento e a motivará a ser tratada.

      Espero ter ajudado a esclarecer as suas dúvidas.

      Cumprimentos,
      Susana Costa

      Responder
  • 28. Ivo Mendes  |  22 Abril, 2009 at 12:00 pm

    Obrigado pela resposta.

    Como deverei lidár com ela, facilitar e responder a todas as perguntas, ou não facilitar e fazer-lhe ver que as perguntas não têm qualquer sentido. É que existe o reverso da medalha, porque se eu resistir às perguntas dela, tenho receio que ela tenha uma crise, pois eu sei e ela admite também, que precisa de fazer perguntas para descomprimir da ansiedade, muitas vezes nem sei bem as respostas nem tenho certezas das mesmas, mas procuro-lhe transmitir segurança nas minhas respostas, isso muitas vezes implica que eu fuja um pouco à realidade e entre em campos um bocado desconhecidos para mim mas se eu n o fizer ela não conseguirá arrumar as questões, é muito complicado. Isso poderá implicar que eu não esteja a ser totalmente verdadeiro e pode desencadear crises piores. Vou continuar até lá com calma falar-lhe no tratamento isso é uma certeza, sem exercer pressão.

    Muito Obrigado,

    Ivo Mendes

    Responder
  • 29. Andreia  |  14 Maio, 2009 at 2:13 am

    Chamo-me Andreia,tenho 28 anos e sou de Guimarães. Desde os 15 anos comecei a notar algo de diferente em mim. Passado alguns anos descobri que sofria de P.O.C. (Peturbação Obcessiva Compulsiva).

    Foi horrivel, pois nunca fui compreendida. A minha vida está cada dia pior, e não é por falta de lutar.

    Em Outubro de 2008, tive no programa “Você na TV!”, na TVI, onde houve uma reportagem sobre os meus rituais que são tantos, mas tantos, que à gravidade do caso decidiram ajudar-me com um internamento no centro Villa Ramadas, em Alcobaça. Um acto de loucura levou-me a desistir e arrependo-me até hoje.

    Sou casada há 6 anos. Um casamento que tem sido complicado.

    A familia já não aguenta.

    Toda a gente virou-me a costas , como se eu fosse “maluquinha”.

    Trabalho não consigo, muito menos agora que passei na televisão e sou descriminada.

    Internamentos na psiquiatria do Hospital de S.Marcos, foi a 1ªvez em Março de 2007 e a 2ª vez agora recentemente.

    Também já tive uma semana internada no Hospital de Guimarães, a fazer um desmame.

    Tentativas de suicidio constantes. A ultima esta 6ª feira passada. NÃO AGUENTO MAIS ESTA VIDA. EU NÃO VIVO, APENAS SOBREVIVO. NÃO QUERO SOFRER MAIS…

    Se tiverem algum conselho ou apoio, peço por favor que me ajudem.

    Responder
    • 30. clara cardão  |  05 Junho, 2009 at 11:57 pm

      Não desanimes…se hoje estás pior …lá vem um dia que estás um pouco melhor, não é verdade?
      Sabes eu também tenho poc e além disso tenho dores de cabeça horriveis. Sou casada e tenho 5 filhos e felizmente nenhum deles tem poc.
      Gostaria de conversar contigo sobre esta doença que nós temos.
      Escreve para o meu e-mail que é clara7.cardao@gmail.com.
      Beijinhos e força. Acredita que tens mais do que pensas.

      Responder
    • 31. pedro oliveira  |  30 Setembro, 2009 at 11:41 am

      andreia apos ler a tua historia de vida eu vejo que existe algumas semelhanças ao qual me identifiquei tenho medo tambem poder sofrer do mesmo. gostava de falar contigo.sou de felgueiras meu imail:pedro.marinha@hotmail.com

      Responder
    • 32. Pedro  |  31 Outubro, 2009 at 12:44 am

      ola, posso tentar ajudar-te andreia eu tb sofro de algumas obessões se quiseres adiciona o meu mail e falamos com calma… é o apedronoronha@clix.pt, falamos que eu tb th umas obessões chatas…

      fika bem

      Responder
  • 33. Catarina  |  02 Junho, 2009 at 9:49 am

    Boa dia Susana.

    Encontrei agora o seu blog e achei bastante interessante. Acho muito simpatico da sua parte apoiar todas as pessoas que comentam o blog.
    O meu namorado acha que tem p.o.c., é horrivel!! A pior caracteristica é a repetiçao… Ele repete vaias coisas que faz, ele proprio me diz que tenta se controlar mas se o fizer fica com uma ansiadade enorme. Começou agora a ir a um psicologo, o Dr. disse-lhe que ainda vai diagnosticar se realmente é p.o.c. e que vai ajuda-lo no que puder. Do que já conheço desta doença, na minha opinião o essencial é ter bastante paciência. Espero que o meu namorado consiga se curar.
    Andreia li o seu comentário e acho que sinceramnete não deve desistir! Todos nós somos fortes e voçê não é excessão. O meu namorado disse-me que desde que desabafou comigo (eu sou a unica que sei o que se passa com ele) se sente melhor e com mais força. Porque não tenta fazer o mesmo? Fale com o seu marido o que faz ao promenor, se realmente a ama vai ajuda-la :)
    Força para todos, sei que é bastante complicado.
    Susana parabens pelo seu blog, deu a oportunidade às pessoas com este problema de desabafarem.
    Um beijinho para si.
    Agradeço resposta.

    Catarina

    Responder
  • 34. Juliana Fernandes  |  24 Julho, 2009 at 10:43 pm

    Boa Tarde Susana,
    gostaria de expor um pouco a minha situação e talvez esclarecer-me uma duvida.
    Tenho 19 anos e pela segunda vez foi-me detectado uma depressão á 2 anos em que tive momentos de grande ansiedade, desde agorafobia, ataques de panico. Eu tenho uma fobia (emetofofia) =medo irracional de vomitar, e conjuntamente com o stress, ansiedade inumeras coisas, fez com que eu me isola-se, pois tinha medo de fracassar em publico, medo de comer em publico, se eu comesse em casa nao era capaz de sair logo de seguida, nunca comia num ambiente com muita gente, medo de comer “alimentos não seguros” isto tudo porque pensava que me iria sentir mal a frente das outras pessoas e ao mesmo tempo sentia que toda a gente olhava para mim. De inicio fui medicada com xanax,sertralina.. Porem não tive grandes evoluções e começei a ter pensamentos repetitivos de “auto-mutilação” quando me sentia mais deprimida ou angustiada.. Medicaram-me novamente com xanax, dumirox, topamax e Seroquel. As coisas realmente foram melhorando.. consegui largar apenas o seroquel mas continuo com os outros 2. Acha mesmo que isto é uma simples depressão ou pode ter algo a ver com o POC? é que eu tenho repentinas mudanças de humor.. tanto me sinto a melhor pessoa do mundo e sinto que vou vencer tudo e todos, como estou a chorar super deprimida! Se me puder dar a sua opinão!
    Obrigada,
    Juliana

    Responder
    • 35. susanacosta  |  29 Julho, 2009 at 2:24 pm

      Olá,

      Como diz que está a ser medicada suponho k esteja a ser acompanhada no minimo por um psiquiatra. A depressão que diz ter pode decorrer do medo que tem de comer e tudo o que isso implica. Deveria contactar um psicologo que a orientasse no sentido de diminuir ou mesmo eliminar esse medo irracional. Combatendo isto, para alem de uma melhor qualidade de vida, provavelmente irá andar menos ansiosa e deprimida e como consequencia terá uma menor dependencia de quimicos.

      Espero ter ajudado,
      Susana Costa

      Responder
  • 36. Gabriela  |  16 Agosto, 2009 at 12:26 pm

    Olá Susana, gostei muito de ouvir estes comentários ficando a saber melhor da problemática que tb tenho, ois sofro de Poc , o que em certas casos ou situações do quotidiano, fico dsemasiado tensa e começo por suar muito. Os pensamentos são por vezes irracionais, Agora estou um pouco melhor, ando num psiquiatra e tomo Alprozolam Pazalomam, Serpax e ainda á noite tomo o Tolvon,o que eu gostava de lhe perguntar é o que devo fazer para ter melhor uma qualidade de vida, combater a ansiedade, o exercicio fisico faz bem? custuno caminhar.
    Será que um dia deixarei de tomar a medicação? Será que ficarei curada. Eu dantes pensava que conseguia sozinha, agora não penso assim, pois é mt complicado.

    Responder
  • 37. António  |  27 Setembro, 2009 at 9:54 pm

    Olá Susana. Gostei muito de ler o teu post, afinal fiquei a saber mais um bocadinho da doença que sofro. Tenho várias vezes pensamentos irracionais coisas que não tem lógica nenhuma, e isso leva-me muitas vezes para lavar as mãos. Neste momento estou a ser acompanhado por um psiquiatra mas tenho falado com amigos e eles ate me recomendaram a ser acompanhado por uma psicologo. Tu como estudante de psicologia que conselho me podes dar? Achas que para um melhor tratamento deveria ser acompanhado por um psicologo também?

    Responder
    • 38. susanacosta  |  27 Setembro, 2009 at 10:01 pm

      Ola Antonio,

      Os psiquiatras têm uma formação medica e, tendencialmente, fornecem um tratamento baseado em fármacos. Os psicolgos têm uma formação de teor mais terapeutico, e com experiencia em modificar comportamentos, atitudes, etc.
      Ou seja, se por ventura, o acompanhamento que tem é apenas de origem medica, por meio de farmacos, seria aconselhavel pensar num acompanhamento mais terapeutica e psicologico, sendo que desta feita, os resultados que poderá alcançar serão, seguramente, mais evidentes.

      Responder
  • 39. António  |  05 Outubro, 2009 at 12:41 pm

    Susana só mais uma cosia, tu que estas por dentro deste assunto eu gostaria de ter uma opinião tua sobre o tratamento que estou a ter. Neste momento estou a tomar “Dumyrox, OrapForte, Paroxetina Genedec e para situações em que me sinta pior tomo também Xanax”. Achas que esta medicação é a meis certa ou nem por isso? Obrigada.

    Responder
  • 40. Andreia  |  06 Outubro, 2009 at 2:13 am

    Olá:
    Eu sou a Andreia que tem o post nº 29 neste blog, e pela experiência que tenho o que é bom para ti, para mim com o mesmo problema por vezes não é, pois os nossos organismos reagem de forma diferente à medicação.
    Já passei por imensas, mas imensas medicações. Neste momento sinto que finalmente encontrei a adequada.
    Também já tomei o OrapForte e senti-me super mal com ele, mas sei que há pessoas que se sentem bem. O psiquiatra insistiu para eu ver se conseguia sentir-me bem com ele, logo deve ser um optimo medicamento para o nosso problema.
    O que interessa é tu sentires-te bem com a medicação. Mais calmo, menos ansioso, menos deprimido, etc.
    Eu neste momento tomo o Dumyrox 100mg(1+0+1), Alprazolam 1mg(1+1+1) , (digamos que é um genérico do Xanax), e o Seroquel 100mg (dormir).
    Como te tens sentido com a medicação? Sentes melhoras?
    Só tu é que podes dizendo como te sentes, podes ajudar o teu psiquiatra a continuar, ou ajustar ou até mudar a medicação.

    Fica bem e desculpa se meti na conversa. Apenas quis dar-te o meu parecer, pela experiencia de anos que tenho.

    Responder
  • 41. António  |  06 Outubro, 2009 at 10:16 pm

    Ola Andreia, não precisas de pedir desculpa, até agradeço que dês a tua opinião, afinal estamos “todos” no mesmo barco. É assim em relação à medicação eu à dias que me sinto melhor outros nem por isso, e sinto-me sempre pior quando existem mudanças de tempo, porque não sei. Eu andava a tomar a medicação certinha e melhorei muito, mas sem consentimento médico deixei a medicação e neste momento estou novamente a passar por um mau bocado. Também estou assim porque se passaram algumas coisas na minha vida que me deixam deprimido e com algumas ideias idiotas na cabeça que eu não consigo retirar da cabeça por mais que tente. Ideias essas que me prejudicam diariamente. Agora o que posso fazer é combater isso e viver cada dia como se fosse o ultimo e tentar aproveitar ao máximo, mas mesmo assim não é fácil.

    Responder
  • 42. carlos ferreira  |  02 Novembro, 2009 at 10:01 pm

    ola a todos infelismente tambem sofro dessa doenca ha varios anos os meus sintomas sao mais nos pensamentos que parecem que vamos enlouquecer sofro de depressao major ansiedade medos irracionais ..ansiedade ja experimentei varios antidepressivos sem resultado vou comecar hoje novamente com dumirox 100 nunca tive psicoterepia continuada ou seja semanal ou quinzenal e sei kue isso mme podia ajudar mas infelizmente nos hospitais isso e impossivel …ando nisto ha varios anos nao encontro sulucao tenho fobia e estigma e medo de enlouquecer se for internado…ja nao sei o kue fazer por isso peco concelhos a kuem me possa ajudar sou de paredes porto o meu nmr 917318113 meu mail kharlynoir@hotmail.com vamos nos ajudar uns aos outros porkue nos e kue sabemos o kue sofremos as angustias a frustacao etc

    Responder
  • 43. daniel  |  09 Novembro, 2009 at 10:15 pm

    ola a todos infelizmente decobri a poco tempo que tinha esta doença gostava saber o que posso fazer para controlar os pensamentos e imagems que me aparecem sem eu querer gostava que me ajuda sem a intender e lidar com esta situaçao deixo aki o meu mail : quem quiser entrar em contacto via mail ou msn : danton.77@hotmail.com

    Responder

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