Archive for Janeiro, 2007

Interacção de grupos

No meio de todo o meu “exagerado” e talvez inútil estudo, li esta frase que diz muito em poucas palavras:

No contexto da interacção do grupo, “O bom torna-se óptimo e o mau torna-se pior”

Se pensarem bem, existem muitos exemplos práticos da actualidade de decisões grupais, nacionais ou estrangeiras, onde se verifica a aplicabilidade desta frase denotando claro diferentes perspectivas…

22 Janeiro, 2007 at 12:05 am 6 comentários

Psicologia Forense

A Psicologia Forense consiste na aplicação dos princípios e conhecimentos psicológicos em diversas actividades relacionadas à aplicação das leis, como disputas judiciais pela guarda de crianças, abusos sexuais, entre outras. Juntamente com a Psicologia Jurídica, constitui o campo de actuação da Psicologia em acção conjunta com o Direito.

A Psicologia Jurídica, também chamada de Psicologia Criminal ou Psicologia Judiciária, consiste na aplicação dos conhecimentos psicológicos ao serviço do Direito. Dedica-se à protecção da sociedade e à defesa dos direitos do cidadão, através da perspectiva psicológica.

Este ramo da Psicologia dedica-se às situações que se apresentam sobretudo nos tribunais e que envolvem o contexto das leis. Desse modo, na Psicologia Jurídica, são tratados todos os casos psicológicos que possam surgir em contexto de tribunal. Dedica-se ao estudo do comportamento criminoso. Clinicamente, tenta construir o percurso de vida do indivíduo criminoso e todos os processos psicológicos que o possam ter conduzido à criminalidade, tentando descobrir a raiz do problema, uma vez que só assim se pode partir à descoberta da solução. Descobrindo as causas das desordens, sejam elas mentais e/ou comportamentais, também se pode determinar uma pena justa, tendo em conta que estes casos são muito particulares e assim devem ser tratados em tribunal.

Esta ciência nasceu da necessidade de legislação apropriada para os casos dos indivíduos considerados doentes mentais e que tenham cometido pequenos ou graves delitos. A doença mental tem de ser encarada a partir de uma perspectiva clínica mas também do ponto de vista jurídico.

Um psicólogo formado nesta área tem que dominar os conhecimentos que dizem respeito à Psicologia em si, mas também tem que dominar os conhecimentos referentes às leis civis e às leis criminais. Deve ser um bom clínico e possuir um conhecimento pormenorizado da Psicopatologia. Podem-se encontrar peritos nesta área em instituições hospitalares, especialmente do tipo psiquiátrico.

A Psicologia Criminal realiza estudos psicológicos de alguns dos tipos mais comuns de delinquentes e dos criminosos em geral, como, por exemplo, os psicopatas. De facto, a investigação psicológica desta área da Psicologia apresenta, sobretudo, trabalhos sobre homicídios e crimes sexuais, talvez devido à sua índole grave e fascinante.

04 Janeiro, 2007 at 12:04 am 23 comentários


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