Doença bipolar leva a perda de tecidos cerebrais

01 Agosto, 2007 at 8:42 pm 9 comentários

A perturbação bipolar é caracterizada pela alternância entre períodos de depressão e euforia.

Segundo estudos desenvolvidos no Reino Unido e publicados em Journal of Biological Psychiatry, os doentes bipolares sofrem perdas de tecido cerebral nas áreas que controlam a memória, o reconhecimento facial e a coordenação. Um estudo citado pela imprensa inglesa refere que os pacientes perdem ao longo do tempo funções cerebrais

Fonte: Ciência Hoje

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Entry filed under: Geral, Neurocognição.

Nervos do pescoço influenciam pressão arterial …Revista Portuguesa da Psicanálise…

9 comentários Add your own

  • 1. Jorge Sales  |  14 Agosto, 2007 às 6:21 pm

    Boa tarde !

    Minha esposa tem biolaridade. Ela tem 49 anos.
    Gostaria de saber a respeito da perda do tecido
    cerebral se não existe meio de minimizar. Hoje ela toma lítio ( 3 comprimidos de 300 ML por dia ) e faz terapia. Com posso ajuda-lá ?

    Responder
  • 2. susanacosta  |  14 Agosto, 2007 às 6:34 pm

    Boa tarde, igualmente, eu lamento não poder à sua questão… Eu sou ainda estudante de psicologia e, portanto, não tenho conhecimentos nem informações que lhe possam ajudar de algum modo…
    De qualquer forma, se, eventualmente, encontrar alguma coisa sobre a doença da bipolaridade com todo o gosto publicarei.

    Muito Obrigada,
    Susana Costa

    Responder
  • 3. rita  |  24 Agosto, 2007 às 10:36 pm

    como saber se a pessoa e bipolar?

    Responder
  • 4. susanacosta  |  27 Agosto, 2007 às 7:35 pm

    Penso que apenas junto de um psiquiatra se pode ter a certeza que uma pessoa sofre da bipolaridade, mas, numa fase inicial, pode.se verificar que a pessoa em causa tem alterações bruscas de humor no mesmo tempo e espaço, sem nenhuma razão aparente. Tanto pode estar alegre e satisfeita como pode entrar num profundo estado de depressão. Mas como em tudo cada caso é um caso e deve ser tratado junto de especialistas e logo que se suspeite da doença.

    Responder
  • 5. António Pedro  |  18 Setembro, 2007 às 7:00 pm

    Não vou aqui armar-me em quem sabe as coisas, mas a Internet é um local maravilhoso para arranjar informação sobre tudo e mais alguma coisa 🙂

    O que a Susana disse está certo, mas para quem quiser saber mais qualquer coisa, pode sempre ir a http://en.wikipedia.org/wiki/Bipolar_disorder#Signs_and_symptoms e informar-se mais 🙂 (em inglês, claro)

    Responder
  • 6. Maria  |  14 Setembro, 2009 às 5:17 pm

    Se está perto de alguém com bipolaridade, não desdenhe, não acuse, não despreze. Se não for de seu círculo intímo, afaste-se delicadamente. Se for marido de uma bipolar, acarinhe-a. Num dos momentos de fundo do poço, basta o mínimo gesto de ternura para fazê-la vir à tona e respirar; ainda que volte abaixo, ela respirou, você deu-lhe oxigénio e ela ficará muito grata por isso e, logo qu puder, demosntrá-lo-à. Se ama, não abandone. Se não ama, providencie ajuda de quem a ame no momento de largá-la. Não seja cobarde. Tem o direito de não querer viver com uma doente bipolar, mas não leve 22 anos a chegar a essa conclusão. Se for filho/filha, saiba que sua mãe o ama de todo o coração embora por vezes não consiga demonstrá-lo porque está incapacitada de tudo, até de viver. Aproveite seus risos, suas carícias, saiba que é essa sua verdadeira mãe. Maria, uma bipolar – testemuno

    Responder
  • 7. Luis Santos  |  02 Outubro, 2009 às 12:52 am

    Boa noite, venho por este meio relatar um caso que se passou comigo e com a minha ex namorada bipolar.
    Começámos a namorar há uns meses, já nos conheciamos há alguns anos mas eu desconhecia o problema dela porque ela de tempos a tempos desaparecia, certamente na altura das crises.

    Ao principio estava tudo bem, ela era uma pessoa perfeitamente normal, muito alegre, meiga e carinhosa e eu apaixonei-me por ela, tudo nela era lindo, eu achava e ainda acho isso.
    Um dia encontrámos uma amiga comum, fomos sair a um bar e aí começou tudo, ela acusou-me de que a minha amiga se atirava a mim e que eu colaborava, eram os ciumes que não a deixavam pensar que nós eramos apenas amigos e nada mais.
    A partir dessa data tornou-se desconfiada e nunca mais acreditou em mim apesar de eu lhe tentar fazer ver que não havia razão para isso pois eu só a queria a ela.
    Continuámos juntos, uns dias melhor outros pior mas lá iamos fazendo a nossa vida.
    Por vezes eu dormia em casa dela e em uma dessas noites acordei com ela a agredir-me e a dizer que eu lhe estava a fazer mal e eu atordoado com o sono nem sabia o que se estava a passar mas lá a consegui acalmar e lá adormecemos de novo.
    Os dias foram sendo cada vez mais criticos, eu saía de manhã para trabalhar e ela acusava-me de a abandonar, de a deixar sozinha, ela não entendia que eu tinha que trabalhar.
    Dia após dia fui-me apercebendo de que ela não estava bem e que algo estranho se passava.
    Mudanças de humor repentinas, depressões, choro sem razão aparente, etc.
    Entretanto ela foi-me dizendo que há 10 anos que era acompanhada por uma psicóloga mas que estava tudo bem e controlado e que eu não tinha que me preocupar e que as mudanças de humor eram normais.
    A ideia de que a pessoa que eu adorava não era uma pessoa normal começou a perseguiur-me durante quase todos os dias e eu ´comecei a não estar bem, aquela felicidade estava a desaparecer e a dar lugar a uma constante preocupação.
    Por vezes eu dormia em minha casa e uma noite ela aparece no meu bairro aos gritos e a chorar, a chamar-me assassino, abusador, dizia que eu só queria usá-la, etc.
    Passei uma vergonha no meu bairro como podem calcular, nada disto era verdade e ñunca imaginei como lhe passou tal coisa pela cabeça.
    Falei com ela, tentei acamá-la mas de nada serviu, ela só gritava e chorava e eu sentia-me impotente para lidar com a situação, nunca nada parecido me tinha acontecido.
    Levei-a de carro para casa dela tentando acamá-la e dizendo-lhe que dormisse mas de nada serviu, eu saí e ela veio de novo para a porta de minha casa.
    No dia seguinte tentei levá-la ao hospital mas ela não quis ir dizendo que não era preciso, eu disse-lhe que tinha que trabalhar e que ela tinha que se acalmar mas de nada serviu.
    Eu já não sabia o que fazer com ela e tambem não estava a conseguir lidar com a situação nem tinha conhecimentos para tal, estava a dar em doido.

    Os acontecimentos foram muitos e o texto é muito logo por isso falarei o resto em outra ocasião.
    Obrigado.

    Responder
  • 8. Maria  |  27 Março, 2010 às 9:30 pm

    Olá!
    Eu também sou bipolar. Julgo que já há muito tempo, mas só agora detetaram o meu problema.
    Estou na ser medicada,tomo carbonato de lítio e vou regularmente à consulta do meu médico.
    Julgo que além do acompanhamento do psiquiatra deveríamos ter acompanhamentos psicológico, mas nem sempre isso acontece.
    Temos (tenho) realmente baixa auto estima e por isso quando li a história “triste” do namorado que comentou este problema revi-me perfeitamente.
    Também me tocou muito o depoimento de uma senhora que pede que amemos as mãe bipolares apesar destas normalmente não darem carinho porque elas não são capazes.
    Gostei muito de ver a preocupação do marido que quer ajudar a sua mulher. É muito, mas muito importante sentirmos o apoio de todos, família e amigos.
    Temos um problema, precisamos de ajuda. Há quem seja diabético, há quem tenha cancro, há quem seja surdo, há cegos, nós somos bipolares.

    Muito obrigada.

    Responder
  • 9. Maria  |  27 Março, 2010 às 9:32 pm

    Olá!
    Eu também sou bipolar. Julgo que já há muito tempo, mas só agora detetaram o meu problema.
    Estou a ser medicada, tomo carbonato de lítio e vou regularmente à consulta do meu médico.
    Julgo que além do acompanhamento do psiquiatra deveríamos ter acompanhamentos psicológico, mas nem sempre isso acontece.
    Temos (tenho) realmente baixa auto estima e por isso quando li a história “triste” do namorado que comentou este problema revi-me perfeitamente.
    Também me tocou muito o depoimento de uma senhora que pede que amemos as mãe bipolares apesar destas normalmente não darem carinho porque elas não são capazes.
    Gostei muito de ver a preocupação do marido que quer ajudar a sua mulher. É muito, mas muito importante sentirmos o apoio de todos, família e amigos.
    Temos um problema, precisamos de ajuda. Há quem seja diabético, há quem tenha cancro, há quem seja surdo, há cegos, nós somos bipolares.
    Muito obrigada.

    Responder

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