Perturbação Obsessiva Compulsiva – POC

26 Outubro, 2007 at 11:03 am 117 comentários

A perturbação Obsessiva Compulsiva é uma perturbação de ansiedade que se caracteriza pelos critérios abaixo assinalados, critérios esses usados e presentes no manual de diagnostico utilizado pelos profissionais competentes.

Critérios Diagnósticos para F42.8 – 300.3 Transtorno Obsessivo-Compulsivo

A. Obsessões ou compulsões:
Obsessões, definidas por (1), (2), (3) e (4):
(1) pensamentos, impulsos ou imagens recorrentes e persistentes que, em algum momento durante a perturbação, são experimentados como intrusivos e inadequados e causam acentuada ansiedade ou sofrimento


(2) os pensamentos, impulsos ou imagens não são meras preocupações excessivas com problemas da vida real
(3) a pessoa tenta ignorar ou suprimir tais pensamentos, impulsos ou imagens, ou neutralizá-los com algum outro pensamento ou ação
(4) a pessoa reconhece que os pensamentos, impulsos ou imagens obsessivas são produto de sua própria mente (não impostos a partir de fora, como na inserção de pensamentos)
Compulsões, definidas por (1) e (2)
(1) comportamentos repetitivos (por ex., lavar as mãos, organizar, verificar) ou atos mentais (por ex., orar, contar ou repetir palavras em silêncio) que a pessoa se sente compelida a executar em resposta a uma obsessão ou de acordo com regras que devem ser rigidamente aplicadas.
(2) os comportamentos ou atos mentais visam a prevenir ou reduzir o sofrimento ou evitar algum evento ou situação temida; entretanto, esses comportamentos ou atos mentais não têm uma conexão realista com o que visam a neutralizar ou evitar ou são claramente excessivos.
B. Em algum ponto durante o curso do transtorno, o indivíduo reconheceu que as obsessões ou compulsões são excessivas ou irracionais.
Nota: Isso não se aplica a crianças.
C. As obsessões ou compulsões causam acentuado sofrimento, consomem tempo (tomam mais de 1 hora por dia) ou interferem significativamente na rotina, funcionamento ocupacional (ou acadêmico), atividades ou relacionamentos sociais habituais do indivíduo.
D. Se um outro transtorno do Eixo I está presente, o conteúdo das obsessões ou compulsões não está restrito a ele (por ex., preocupação com alimentos na presença de um Transtorno Alimentar; puxar os cabelos na presença de Tricotilomania; preocupação com a aparência na presença de Transtorno Dismórfico Corporal; preocupação com drogas na presença de um Transtorno por Uso de Substância; preocupação com ter uma doença grave na presença de Hipocondria; preocupação com anseios ou fantasias sexuais na presença de uma Parafilia; ruminações de culpa na presença de um Transtorno Depressivo Maior).
E. A perturbação não se deve aos efeitos fisiológicos diretos de uma substância (por ex., droga de abuso, medicamento) ou de uma condição médica geral.
Especificar se:
Com Insight Pobre: se, na maior parte do tempo durante o episódio atual, o indivíduo não reconhece que as obsessões e compulsões são excessivas ou irracionais

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Entry filed under: Geral, Psicologia.

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117 comentários Add your own

  • 1. Ricardo  |  26 Março, 2008 às 2:11 am

    Ola Susana! Desculpa tratar-te por tu.
    Não tive tempo de ler tudo o que tens exposto, mas gostei imenso do que li. O meu pai sofre de POC. Além disso, tenho outros problemas com outros elementos familiares, e de facto precisava mesmo de aconselhamento pois não quero afundar-me com todos os problemas que já existem… És psicologa? Desculpa-me estar a escrever isto desta maneira. Diz algo.
    Abraço
    Ricardo Seixas

    Responder
  • 2. susanacosta  |  26 Março, 2008 às 4:55 pm

    Olá Ricardo,
    Eu ainda não sou psicóloga… mas estou a estudar pra isso…
    Gostei bastante de saber que aprecias o meu blog, é sempre bom ter boas apreciações do mesmo.
    A doença em causa pode ser de difícil “trato” mas sempre se pode oferecer melhor qualidade de vida aos que sofrem de POC bem como aos que lidam com essas pessoas diariamente.

    Susana Costa

    Responder
    • 3. cris  |  05 Maio, 2010 às 9:47 pm

      exemplo:”quando deixo cair alguma coisa e a minha mente “dis-me” se nao apanhares vai acontecer isto ou aquilo…..”pode ser um sinal de inicio de poc?? parabens pelo blog

      Responder
      • 4. vanessa  |  24 Novembro, 2010 às 2:24 am

        pode nao ser,mas eu começei com essas minimas coisas e agora estou numa bola de neve

    • 5. nída monteiro  |  08 Novembro, 2010 às 2:20 am

      olá susana..ando a pesquisar o sindrome de poc pois acho que o meu irmão tem essa doença…ele anda constantemente a lavar as mãos,a desinfectar td com amoniaco onde as pessoas tocam principalmente a irmã gemea….está se a tornar doentio e dificil de conviver com ele…já tem uma consulta marcada com um psiquiatra mas enquanto isso ca em casa vamos desesperando pois não sabemos lidar com a situação!se me puderes dar algum conselho agradeço…..obrigada

      Responder
      • 6. Ana  |  08 Fevereiro, 2011 às 3:26 pm

        Sugiro que procure a Domus Mater

  • 7. sandra  |  01 Abril, 2008 às 7:42 pm

    Olá!

    Não sei bem como iniciar esta “conversa”, não sou desinibida mas não deixar ser estranho!

    Descobri ontem (dia 31/03) que sou doente de POC. (isto p além de ter Lupus já diagnosticado à 5 anos.).. Não fiquei surpreendida a não ser pela denominação da própria doença!

    Estive com o meu médico de familia, isto depois de já ter tomado a consciência à um certo tempo q qq em mim não estava bem! Essa qualquer coisa deixou de ser uma qualquer coisa e passou a q ser muito importante, demasiado importante…

    Pedi ajuda, supliquei ajuda… Já me afecta na vida profissional, social e quase familiar… O que me deixa apavorada pq tenho uma marido fantástico e um filho de 3 anos maravilhoso q n quero perder de modo algum… Tenho um suporte familiar que se perder deixo de “existir”…

    Este meu apontamento pode ser mais um no meio de entre tantos, mas já ajudou a desabafar mais uma coisita que neste momento me tirou mais um peso de muitos Kg’s…

    Um beijinho e até sempre!

    Responder
  • 8. susanacosta  |  01 Abril, 2008 às 8:03 pm

    Ola Sandra!

    Se realmente já te foi diagnosticada a psicopatologia P.O.C. também já te deverão ter encaminhado para teres um acompanhamento psicológico adequado e, consoante a gravidade do caso, dos teus familiares mais próximos também, no caso o marido, por exemplo.
    Já é muito bom quereres “curar-te” por pensares nos teus mas, principalmente, em ti. Esta doença pode ter cura, ou então uma melhoria muitíssimo substancial no teu quotidiano e na forma como reages com os que te rodeiam.
    Muito obrigado pelo comentário e muita força de vontade para as tuas melhoras.

    Susana Costa

    Responder
  • 9. Ricardo Seixas  |  02 Abril, 2008 às 3:37 am

    Ola Sandra

    Gostaria de falar consigo. Por favor mande-me um email para o qual eu possa comunicar.

    Obrigado

    Ricardo Seixas

    Responder
  • 10. Patrícia  |  09 Abril, 2008 às 1:39 am

    OLA SUSANA..
    TENHO 15 anos e suspeito que poderei ter esta doença..tudo começou quando, ao ver um programa do Dr, Phil.. reconheci alguns dos sintomas em mim (como por exemplo..verificar o prazo de validade de todo o que como, sempre que entro em casa sozinha, quando não está ninguém, tenho a necessidade de procurar por alguém, que penso que me irá fazer mal, como um ladrão, e enquanto procuro penso sempre o que é que fazeria se realmente encontrasse, com que é que objectos me poderia defender e coisas do género. Penso muito no ‘se’.. se esta ponte caísse o que é que eu fazia, se tivesse um acidente o que fazia, se tivesse uma doença grave qualquer o que fazia.. e muito mais diversas coisas).
    Por outro lado não vejo motivos nenhuns para ter estes comportamentos, visto que acima de tudo, SOU FELIZ, sou boa aluna, nunca apanhei grandes sustos na vida, como ser assaltada, faço desporto regularmente(cerca de 9h semanais), tenho muitos verdadeiros amigos…
    Outro aspecto, que alvez seja pertinente é o de não mostrar estes actos ás outras pessoas, nunca ninguém se apercebeu, tenho sempre cuidado de não o mostrar para o exterior. Mudo também muito rapidamente de estado de espírito, tanto posso estar muito contente e a no dia seguinte já posso estar em baixo.. irrito-me também com muita facilidade, não aturo pessoas que se estejam frequentemente a queixar de tudo.
    Gostava que me dissesse o que pensa, se acha que realmente posso ter p.o.c e o que fazer…

    Obrigada.. aguardarei a resposta

    Responder
    • 11. Pedro Vasconcelos  |  04 Maio, 2010 às 9:18 am

      Olha é assim, digo-te desde já que és como um esteio, Ninguem nesta puta de vida tem essa merda, só tem os maluquinhos, e isso tem um trattamento, chama-se manicomio! Obrigado, passa bem! Beijinhos 🙂

      Responder
      • 12. francisco telles  |  14 Outubro, 2010 às 8:46 pm

        ola pedro. sabes, a ignorancia e a estupidez sao as caracteristicas mais elucidativas da nao-progressao individual e social que existem no mundo. tu, um exemplo crasso, és um obstaculo para a nao progressao individual (e tu sabes disso), e social. por isso, e como todos têm direito à vida, limita-te a respirar, beber, comer, urinar, defecar e mais uma ou duas coisitas basicas e nunca, mas nunca, dês a tua opiniao, presencial ou escrita como fizeste neste blog. se o fizeres, terás a contribuir para a nao-progressao social. ninguem quer isso, nem tu, como um dia me disseste.

        so mais dois reparos:

        «ninguem nesta puta de vida tem essa merda, só tem os maluquinhos,…», primeiro dizes que ninguem, a seguir, dizes só os maluquinhos. uma contradiçao, ou entao consideras que os maluquinhos nao sao ninguem, apesar de teres usado a palavra «só»…demonstrando que os consideras «viventes». se foi um erro, mais um, na construçao do teu comentario, (muito possivel, pois os erros sao normais em pessoas ignorantes e estupidas) e realmente nao os consideras pessoas, entao o que te digo é: se ate tu podes viver, considera os maluquinhos, como pessoas que partilham contigo o direito à «puta de vida».

        2- o manicomio nao é tratamento, no maximo, é um local onde se fazem tratamentos.

        passa bem, boa agua, boa comida, bom oxigenio e boas latrinas´sao o que te desejo, apenas isto, pois, ja sabes, mais que isto, e ja estaras a ajudar à nao-progressao social, e nós nao queremos isso, em relaçao à nao-progressao individual, bem; ja nao ha nada a fazer…

  • 13. susanacosta  |  09 Abril, 2008 às 2:59 pm

    Ola Patrícia,

    Eu ainda não acabei o meu curso, daí isto não ser um diagnostico nem nada parecido (até porque seria necessário um melhor conhecimento da situação).
    Na minha opinião, não tens a psicopatologia P.O.C., uma vez que, o que descreveste não se encaixa nos critérios de diagnóstico para esta doença. O que muito provavelmente será é que podes ser uma pessoa ansiosa, preocupada com o que te rodeia e com possíveis situações perigosas mas não é uma psicopatologia.
    O facto de te irritares facilmente é so uma questão de temperamento ou paciência, traços de personalidade.
    É natural que ao ver esse tipo de programas ou mesmo lendo critérios de diagnostico de diferentes psicopatologias, as pessoas tendam a ver em si aqueles critérios, de uma forma ou de outra, mesmo que eles na verdade nao estejam presentes.

    Muito obrigada pela questão, espero que te tenha ajudado de alguma forma.
    Se quiseres tirar mais duvidas tas a vontade, seu puder e souber responderei com todo o prazer.

    Susana Costa

    Responder
  • 14. Ricardo Seixas  |  09 Abril, 2008 às 9:22 pm

    Ola a todos

    Quem quiser contactar-me, por favor mande-me email (tambem messenger):

    rebric25@hotmail.com

    abraco a todos
    Ricardo

    Responder
  • 15. PedroNoronha  |  15 Junho, 2008 às 10:02 pm

    Olá,Susana eu descobri que sofro de POC,sou obssecado por aves,por ver muito o googleearth(fazer viagens obsessivamente pelos sítios onde vou nas férias) e por fazer junções no hi5.
    Precisava de mt ajuda e com isto podes adicionar o meu msn que é apedronoronha@clix.pt
    é que tu como já tens esperiência nesta área poderias dar-me uma ajuda.Porque há coisas que não são fáceis para mim

    com os meus comprimentos

    Pedro Noronha

    Responder
  • 16. susanacosta  |  20 Junho, 2008 às 6:07 pm

    Boa tarde,

    Desculpa só responder agora mas não tenho tido muito tempo para o blog, dai não escrever muito…

    Eu sou apenas uma estudante de psicologia, tenho alguns conhecimentos na área da psicopatologia P.O.C. mas de todo te poderia ajudar de uma forma eficaz, não conheço o teu caso, e mesmo que conhecesse não te poderia ajudar, ainda n sou licenciada, nem capacitada ainda para tal, e muito menos seria por msn.

    Se foste mesmo diagnosticado por um profissional competente, esse mesmo profissional te poderia ajudar, ou então outro que possas contactar para te ajudar.

    Lamento não te poder ajudar

    Muito obrigada pelo contacto,

    Responder
  • 17. Cristina Toste  |  29 Junho, 2008 às 12:23 am

    Olá Susana,

    apesar de já teres referido aqui no teu blog : “Eu sou apenas uma estudante de psicologia, tenho alguns conhecimentos na área da psicopatologia P.O.C. …” gostava de expor o meu caso e saber a tua opinião ou como orientar-me na resolução do meu “problema”.
    Eu tenho 22 anos sou casada vai fazer 3 anos em Julho e sofro (depois de uma consulta com uma psiquiatra) de um distúrbio de ansiedade com tendências agrofóbicas. Á 4 anos tive uma depressão com ataques de pânico, que depois de ter feito tratamento com Paxetil e Diazepam passou. Actualmente, desde o mês de Fevereiro (deste ano) que sofro do mesmo. Desta vez tomo Paroxetina e Alprazolam e Diazepam 5 mg ( só em caso de crise de pânico).
    As crises de pânico são super desconfortáveis, começo a transpirar das mãos, começo a ter calafrios, tenho a sensação de que não estou a respirar bem o que me dá a sensação de que vou morrer, tenho pensamentos que julgo serem irracionais, e sinto um medo enorme de morrer. Tento manter-me distraída durante o dia, porque já reparei que se não o estiver começo a concentrar-me na respiração e a ter aqueles pensamentos irracionais que me fazem ter as crises de pânico. Tento controlar, mas nem sempre resulta e tenho de tomar a medicação. isto fez com que eu deixasse de sair de casa, porque comecei a ter receio de ter estas crises em público, mas à mais ou menos um mês comeicei a sair de casa, e mesmo assim sinto ansiedade em certos sítios que frequento, tipo se estiver numa festa onde haja muita gente, muito barulho e fumo eu tenho tendência de sofrer de uma crise de pânico.
    Eu gostaria de saber se apesar da medicação, se existe outras coisas que poderia fazer para que me fizesse deixar de ter estes pensamentos irracionais que me fazem sofrer destas crises de pânico, ou se existe exercícios que possam ajudar a controlar as crises. Já ouvi falar em controlo da respiração, já ouvi dizer que praticar exercício é bom, porque ajuda a controlar a ansiedade. O que achas?
    Outra coisa questão, começo a notar que o meu marido tipo fica com receio das crises que tenho e o facto de ele ficar parado a olhar pra mim faz-me pensar que estou doida o que não me ajuda nada a ultrapassar a crise, porque eu realmente fico fora de mim, ao ter as crises de pânico e como tenho a sensação de que vou morrer começo a andar pela casa feita doida, com o polegar no pescoço para sentir a minha pulsação e ter a certeza de que o meu coração continua a bater. Que conselho darias a ele para ele me poder ajudar nas crises, ou seja, o que é que uma pessoa pode fazer para ajudar a pessoa que está a sofrer a crise?

    Com os melhores cumprimentos,
    Cristina Toste

    Responder
  • 18. susanacosta  |  29 Junho, 2008 às 8:10 pm

    Olá Cristina,

    Se está diagnosticada por um psiquiatra com uma perturbação de ansiedade, o melhor seria mesmo ser acompanhada por esse médico (já que conhecerá o seu caso muito bem) ou recorrer a um psicólogo para arranjar estratégias para controlar senão remover os seus sintomas e sinais. Até mesmo para acompanhar o seu marido, o profissional saberia aconselhá-lo de uma forma eficaz. no entanto, é sabido que a prática de exercício físico alivia o stress do quotidiano, ajuda a controlar a respiração, etc, tal como disse, são sempre estratégias que também pode adoptar.
    Muito provavelmente esses ataques de pânico que descreve decorrem da agorafobia, pode sempre evitá-los, e pode também tentar por etapas delineando espaços de segurança para si (quarto, casa, emprego…), ir redescobrindo os espaços, ver que realmente não existe nenhum perigo, que não está presa nesses espaços, que tem sempre saida, ir conhecendo também o seu corpo, conhecendo a sua respiração, etc.
    Isto são ideias, mas deve realmente consultar um psicólogo para a acompanhar, e desenvolver junto consigo o melhor método para controlar os seus ataques de pânico.
    Espero ter ajudado de alguma forma.

    Cumprimentos
    Susana Costa

    Responder
  • 19. Cristina Toste  |  16 Julho, 2008 às 12:40 am

    Olá Susana,
    quero agradecer-te por teres tomado em consideração o meu pedido de ajuda e teres respondido a este.
    Vou tomar em consideração ao que me disseste e vou tentar encontrar um psicólogo para que este consiga tal como disseste arranjar estratégias para controlar senão remover os meus sintomas e sinais, e para também acompanhar o meu marido para lhe aconselhar de forma eficaz o que ele deve de fazer para me ajudar nas alturas das crises de pânico.
    Quanto ao exercício físico eu já pensei ir pra um ginásio e praticar, mas o meu receio de frequentar espaços público tem feito com que eu não tenha avançado ainda, mas vou tentar dar um passo em frente.
    Susana muito obrigada pelos teus conselhos e pela a ajuda.

    Melhores cumprimentos,
    Cristina Toste

    Responder
    • 20. Gagriela Costa  |  18 Setembro, 2013 às 3:59 pm

      Olá Cristina, meu nome é Gabriela Costa, comecei com ataques de pânico quando tina 15 anos, foi difícil levarem-me a sério, afinal era uma adolescente ” mimada “. Só já casada, aos 27 anos, é que as coisas mudaram, entre neurologistas e psiquiatras lá viram que eu sofria de depressão e ataques de pânico, tenho várias fobias mas algumas delas vou ultrapassando com a ajuda dos meus filhos e marido. só voltei a ir ao Supermercado quando a minha filha me pediu, num domingo, um conjunto de brinquedos de praia, fomos só as duas e eu tive de me controlar para não assustar a menina… este é só um exemplo. A medicação, Paroxetina, que faço diariamente ajudou-me muito, também agradeço ao meu psiquiatra a disponibilidade que sempre teve.
      Só para terminar, tenho agora 46 anos e apercebo-me que tudo começa e acaba em nós, e nós somos muito capazes de ultrapassar as crises que nos deixam exaustas.
      As maiores felicidades.
      Gabriela Costa

      Responder
  • 21. Orlando  |  23 Julho, 2008 às 6:55 pm

    Susana
    desejo boa sorte no teu curso. pelo que li,pelo teu interesse, terás sucesso. tem-no quem tem paixão pelo que faz ou estuda… a minha prima tem POC. acho eu… tem medo que o alcatrão da rua suje o calçado, que este suje a casa, que depois vá para a roupa, para a máquina de lavar e suje tudo… um ciclo. isto acontece para as gorduras, vidro, tinta… qualquer actividade dos pais que lhe levante esse medo, verifica e volta a verificar. fica ansiosa, chora… está a tomar dumyrox 50 de manhã e dumyrox 100 a noite. passaram 3 meses e cada vez encontra mais medos para se preocupar. não lava a roupa, nao faz a cama… enfim, o que podemos fazer? quer que a ouça. fala fala e quase sempre a consigo convencer que os medos nao teem razão de ser. fica bem. no dia seguinte lá encontra outra coisa…o que podemos fazer? sugestões? obrigado

    Responder
  • 22. susanacosta  |  23 Julho, 2008 às 7:10 pm

    Boa tarde,

    A única sugestão que posso dar para a sua prima, é que contacte um profissional, um psicólogo ou psiquiatra para a acompanhar, isto se já não o tiver. É muito importante ter um acompanhamento especializado no caso para ter um melhor nível de vida para si e para os seus.

    Isto é um conselho que dou a todos os que aqui colocam as suas dúvidas, na medida em que, só um profissional com pleno conhecimento da situação poderá ajudar as pessoas com essa ou qualquer perturbação psicológica.

    Lamento se não posso ajudar da forma que gostaria.

    Muito obrigada pelo seu comentário.
    Susana Costa

    Responder
  • 23. PedroNoronha  |  05 Outubro, 2008 às 12:31 am

    ola,tudo bem? podes ajudar-me numas coisas é que eu também não me sinto bem tenho muitas obsessões,dantes era com aves,agora é com outras coisas bem piores e dificies de perceber…podes adicionar o meu contacto de msn para falarmos é claudino_pedro@hotmail.com

    Responder
  • 24. PedroNoronha  |  05 Outubro, 2008 às 12:38 am

    e também agora surgiu-me 2 coisas,uma delas é que faço junções de pretos com brancos,porque fui influenciado no 11 e 12 ano e agora por certas ideias que tinham e dantes faziam mts junções e ia ao hi5 ver raparigas pretas ou indias para gostar delas para me entusiasmar mas no fundo não era,e ficava obssecado por encontrar isso,e agora surgiu-me uma coisa que é sobre os meus genes em pensar como tipo o meu pai tem olhos azuis e eu tenho olhos castanhos e a minha mãe também…e como seriam os meus filhos…eu na escola tive medo de contar a um rapaz e uma rapariga que conheço,dps quando vires esta msg diz algo,Susana,Ok?

    com os meus cumprimentos

    Pedro Noronha

    Responder
  • 25. susanacosta  |  05 Outubro, 2008 às 6:05 pm

    Boa tarde,

    Como te tinha dito num primeiro contacto que fizeste comigo através deste blog, eu não te posso ajudar tanto porque não conheço o teu caso a fundo para, posteriormente, te poder ajudar, nem seria possível elaborar e por em prática um tratamento adequado caso necessário e, também, ainda não sou licenciada, o que quer dizer que não estou habilitada para tal.
    Como havia dito, o melhor a fazeres é contactares um profissional (psicólogo ou se preferires psiquiatra) para te ajudar.

    Peço desculpa por não puder fazer mais.
    Susana Costa

    Responder
  • 26. PedroNoronha  |  07 Outubro, 2008 às 9:18 pm

    entao e olha nao dsp dizer isto nao dá para falarmos por telemovél podes ficar o meu número é o 969120109
    é que eu precisava de mudar algumas coisas em mim e tenho uma psicologa só que pelos vistos não chega…poderias só se poderes esclarecer algumas dúvidas

    com os meus comprimentos

    Pedro Noronha

    Responder
  • 27. susanacosta  |  07 Outubro, 2008 às 9:57 pm

    Boa noite,

    Peço desculpa mas eu não te vou dar o meu contacto, uma vez que não acredito que eu te possa ajudar, pelos motivos que mencionei anteriormente.
    Se não estas contente com o processo terapêutico adoptado pela tua psicóloga, conversa com ela a ver se não pode adoptar uma outra abordagem, ou então, considera encontrar um outro psicólogo que utilize diferentes abordagens teóricas que se enquadrem melhor no teu caso.
    Mais uma vez, peço desculpa por não poder ajudar.

    Susana Costa

    Responder
  • 28. ammaelis  |  20 Novembro, 2008 às 10:48 am

    Olá a todos,

    Julgo ter sido apanhado por esta doença, e embora ja conheçendo os sintomas em mim, só há pouco tempo consegui reconheçe-la como um problema / doença.

    Tenho tido pensamentos muito desconfortáveis e totalmente indesejados e doi bastante quando se tratam de pessoas como a nossa familia (filhos, mulher, amigos)
    A nivel de comportamentos (também eles indesejados), tiques mentais ou mesmo físicos.

    Desde de criança que tenho tanto um como outro sintoma e foram variando de intensidade no decorrer dos anos. Nos dias de hoje sofro consideralvemente com a doença e não encontro maneira de a enfrentar visto ser algo que mentalmente é bem mais forte que nós.

    Gostava de saber meios para tratar esta doença, taxas de sucesso etc, gostava de poder trocar pontos de vista, experiências, livros sobre o tema, qualquer coisa para tornar esta doença o mais leve possível.

    Desculpem o bombardeamento, estou bastante aflito

    Responder
  • 29. Bruno Fernandes  |  10 Janeiro, 2009 às 9:20 pm

    Amigo tenta ajuda na associação Domus Mater em Lisboa. Eles lá têm toda a informação e o apoio que tu precisas. Sê forte e não desanimes pois essa doença tem cura. Se precisares mais de informação diz que eu estarei disponivel para te ajudar (brunofernandes340@hotmail.com)

    Responder
  • 30. Glorinha  |  06 Março, 2009 às 2:04 am

    Esta doença é muito parecida com a depressão…..poderia me falar mais a respeito?bjo

    Responder
  • 31. susanacosta  |  10 Março, 2009 às 8:38 am

    Ola Glorinha,

    A POC não está relacionada nem é tida como semelhante da perturbação depressiva. Se ler com atenção o post irá perceber que as duas não estão ou podem não estar de todo relacionadas.

    Obrigada pela visita ao bog,
    Susana Costa

    Responder
  • 32. Pedro Mandim  |  26 Março, 2009 às 6:11 pm

    Tanbem sou portador de poc!!!

    Adicionem-me: pedromandim@hotmail.com

    Responder
  • 33. Ivo Mendes  |  22 Abril, 2009 às 9:27 am

    Olá Susana,

    A minha namorada tem POC. De dia para dia está a piorar, já tentei de tudo, ultimamente limito-me apenas a responder 100 vezes as mesmas perguntas. Ontem ela detectou uma pequena mentira que lhe disse numa das perguntas dela com o intuito de a aliviar na altura, mas infelizmente ela apercebeu-se disso ontem e claro que admiti, mas infelizmente isso desencadou uma crise de confiança, ela não admite mentiras é completamente obcecada por isso, Infelizmente ela também não se sente capaz de ser ajudada, pois tem muito medo das doenças, os medicamentos para ela significam pura e simplesmente doenças (cancro por exemplo), a família ignora por completo esta perturbação e os amigos não se apercebem. Não sei como fazer, tenho medo de começar do zero com ela e tentar ganhar novamente a confiança dela aos poucos pois não sei qual será a reacção dela depois destes acontecimentos, mas não gostaria de me afastar dela, no entanto preciso de ajuda conselhos estou sozinho nisto quero apenas que ela seja feliz e que seja ajudada.

    Obrigado

    Responder
    • 34. susanacosta  |  22 Abril, 2009 às 11:05 am

      Olá Ivo,

      Eu aconselho-te a conversar com ela sobre a possibilidade de irem a um psicólogo, isto porque o objectivo destes profissionais não é, primordialmente, receitar medicamentos mas ver qual o melhor tratamento psicológico para uma pessoa. Pode acontecer que o psicólogo, como complemento de tratamento, sugira uma medicação mas todo esse processo é negociado com o cliente, no caso a sua namorada. Todo o processo e percurso terapêutico é negociado, ou seja, a sua namorada pode kestionar desde o inicio tudo o k irá fazer e como. Pelo que percebi, ela tem consciência que alguma coisa está mal com ela, e isso ajudara bastante a procura de tramento e a motivará a ser tratada.

      Espero ter ajudado a esclarecer as suas dúvidas.

      Cumprimentos,
      Susana Costa

      Responder
  • 35. Ivo Mendes  |  22 Abril, 2009 às 12:00 pm

    Obrigado pela resposta.

    Como deverei lidár com ela, facilitar e responder a todas as perguntas, ou não facilitar e fazer-lhe ver que as perguntas não têm qualquer sentido. É que existe o reverso da medalha, porque se eu resistir às perguntas dela, tenho receio que ela tenha uma crise, pois eu sei e ela admite também, que precisa de fazer perguntas para descomprimir da ansiedade, muitas vezes nem sei bem as respostas nem tenho certezas das mesmas, mas procuro-lhe transmitir segurança nas minhas respostas, isso muitas vezes implica que eu fuja um pouco à realidade e entre em campos um bocado desconhecidos para mim mas se eu n o fizer ela não conseguirá arrumar as questões, é muito complicado. Isso poderá implicar que eu não esteja a ser totalmente verdadeiro e pode desencadear crises piores. Vou continuar até lá com calma falar-lhe no tratamento isso é uma certeza, sem exercer pressão.

    Muito Obrigado,

    Ivo Mendes

    Responder
  • 36. Andreia  |  14 Maio, 2009 às 2:13 am

    Chamo-me Andreia,tenho 28 anos e sou de Guimarães. Desde os 15 anos comecei a notar algo de diferente em mim. Passado alguns anos descobri que sofria de P.O.C. (Peturbação Obcessiva Compulsiva).

    Foi horrivel, pois nunca fui compreendida. A minha vida está cada dia pior, e não é por falta de lutar.

    Em Outubro de 2008, tive no programa “Você na TV!”, na TVI, onde houve uma reportagem sobre os meus rituais que são tantos, mas tantos, que à gravidade do caso decidiram ajudar-me com um internamento no centro Villa Ramadas, em Alcobaça. Um acto de loucura levou-me a desistir e arrependo-me até hoje.

    Sou casada há 6 anos. Um casamento que tem sido complicado.

    A familia já não aguenta.

    Toda a gente virou-me a costas , como se eu fosse “maluquinha”.

    Trabalho não consigo, muito menos agora que passei na televisão e sou descriminada.

    Internamentos na psiquiatria do Hospital de S.Marcos, foi a 1ªvez em Março de 2007 e a 2ª vez agora recentemente.

    Também já tive uma semana internada no Hospital de Guimarães, a fazer um desmame.

    Tentativas de suicidio constantes. A ultima esta 6ª feira passada. NÃO AGUENTO MAIS ESTA VIDA. EU NÃO VIVO, APENAS SOBREVIVO. NÃO QUERO SOFRER MAIS…

    Se tiverem algum conselho ou apoio, peço por favor que me ajudem.

    Responder
    • 37. clara cardão  |  05 Junho, 2009 às 11:57 pm

      Não desanimes…se hoje estás pior …lá vem um dia que estás um pouco melhor, não é verdade?
      Sabes eu também tenho poc e além disso tenho dores de cabeça horriveis. Sou casada e tenho 5 filhos e felizmente nenhum deles tem poc.
      Gostaria de conversar contigo sobre esta doença que nós temos.
      Escreve para o meu e-mail que é clara7.cardao@gmail.com.
      Beijinhos e força. Acredita que tens mais do que pensas.

      Responder
    • 38. pedro oliveira  |  30 Setembro, 2009 às 11:41 am

      andreia apos ler a tua historia de vida eu vejo que existe algumas semelhanças ao qual me identifiquei tenho medo tambem poder sofrer do mesmo. gostava de falar contigo.sou de felgueiras meu imail:pedro.marinha@hotmail.com

      Responder
    • 39. Pedro  |  31 Outubro, 2009 às 12:44 am

      ola, posso tentar ajudar-te andreia eu tb sofro de algumas obessões se quiseres adiciona o meu mail e falamos com calma… é o apedronoronha@clix.pt, falamos que eu tb th umas obessões chatas…

      fika bem

      Responder
    • 40. Ana  |  08 Fevereiro, 2011 às 3:37 pm

      O conselho que dou é procurares a Domus Mater, uma associação que trata doentes de POC…Fala com Dra. Soraia ou Dra Sofia. Boa Sorte

      Responder
  • 41. Catarina  |  02 Junho, 2009 às 9:49 am

    Boa dia Susana.

    Encontrei agora o seu blog e achei bastante interessante. Acho muito simpatico da sua parte apoiar todas as pessoas que comentam o blog.
    O meu namorado acha que tem p.o.c., é horrivel!! A pior caracteristica é a repetiçao… Ele repete vaias coisas que faz, ele proprio me diz que tenta se controlar mas se o fizer fica com uma ansiadade enorme. Começou agora a ir a um psicologo, o Dr. disse-lhe que ainda vai diagnosticar se realmente é p.o.c. e que vai ajuda-lo no que puder. Do que já conheço desta doença, na minha opinião o essencial é ter bastante paciência. Espero que o meu namorado consiga se curar.
    Andreia li o seu comentário e acho que sinceramnete não deve desistir! Todos nós somos fortes e voçê não é excessão. O meu namorado disse-me que desde que desabafou comigo (eu sou a unica que sei o que se passa com ele) se sente melhor e com mais força. Porque não tenta fazer o mesmo? Fale com o seu marido o que faz ao promenor, se realmente a ama vai ajuda-la 🙂
    Força para todos, sei que é bastante complicado.
    Susana parabens pelo seu blog, deu a oportunidade às pessoas com este problema de desabafarem.
    Um beijinho para si.
    Agradeço resposta.

    Catarina

    Responder
  • 42. Juliana Fernandes  |  24 Julho, 2009 às 10:43 pm

    Boa Tarde Susana,
    gostaria de expor um pouco a minha situação e talvez esclarecer-me uma duvida.
    Tenho 19 anos e pela segunda vez foi-me detectado uma depressão á 2 anos em que tive momentos de grande ansiedade, desde agorafobia, ataques de panico. Eu tenho uma fobia (emetofofia) =medo irracional de vomitar, e conjuntamente com o stress, ansiedade inumeras coisas, fez com que eu me isola-se, pois tinha medo de fracassar em publico, medo de comer em publico, se eu comesse em casa nao era capaz de sair logo de seguida, nunca comia num ambiente com muita gente, medo de comer “alimentos não seguros” isto tudo porque pensava que me iria sentir mal a frente das outras pessoas e ao mesmo tempo sentia que toda a gente olhava para mim. De inicio fui medicada com xanax,sertralina.. Porem não tive grandes evoluções e começei a ter pensamentos repetitivos de “auto-mutilação” quando me sentia mais deprimida ou angustiada.. Medicaram-me novamente com xanax, dumirox, topamax e Seroquel. As coisas realmente foram melhorando.. consegui largar apenas o seroquel mas continuo com os outros 2. Acha mesmo que isto é uma simples depressão ou pode ter algo a ver com o POC? é que eu tenho repentinas mudanças de humor.. tanto me sinto a melhor pessoa do mundo e sinto que vou vencer tudo e todos, como estou a chorar super deprimida! Se me puder dar a sua opinão!
    Obrigada,
    Juliana

    Responder
    • 43. susanacosta  |  29 Julho, 2009 às 2:24 pm

      Olá,

      Como diz que está a ser medicada suponho k esteja a ser acompanhada no minimo por um psiquiatra. A depressão que diz ter pode decorrer do medo que tem de comer e tudo o que isso implica. Deveria contactar um psicologo que a orientasse no sentido de diminuir ou mesmo eliminar esse medo irracional. Combatendo isto, para alem de uma melhor qualidade de vida, provavelmente irá andar menos ansiosa e deprimida e como consequencia terá uma menor dependencia de quimicos.

      Espero ter ajudado,
      Susana Costa

      Responder
  • 44. Gabriela  |  16 Agosto, 2009 às 12:26 pm

    Olá Susana, gostei muito de ouvir estes comentários ficando a saber melhor da problemática que tb tenho, ois sofro de Poc , o que em certas casos ou situações do quotidiano, fico dsemasiado tensa e começo por suar muito. Os pensamentos são por vezes irracionais, Agora estou um pouco melhor, ando num psiquiatra e tomo Alprozolam Pazalomam, Serpax e ainda á noite tomo o Tolvon,o que eu gostava de lhe perguntar é o que devo fazer para ter melhor uma qualidade de vida, combater a ansiedade, o exercicio fisico faz bem? custuno caminhar.
    Será que um dia deixarei de tomar a medicação? Será que ficarei curada. Eu dantes pensava que conseguia sozinha, agora não penso assim, pois é mt complicado.

    Responder
  • 45. António  |  27 Setembro, 2009 às 9:54 pm

    Olá Susana. Gostei muito de ler o teu post, afinal fiquei a saber mais um bocadinho da doença que sofro. Tenho várias vezes pensamentos irracionais coisas que não tem lógica nenhuma, e isso leva-me muitas vezes para lavar as mãos. Neste momento estou a ser acompanhado por um psiquiatra mas tenho falado com amigos e eles ate me recomendaram a ser acompanhado por uma psicologo. Tu como estudante de psicologia que conselho me podes dar? Achas que para um melhor tratamento deveria ser acompanhado por um psicologo também?

    Responder
    • 46. susanacosta  |  27 Setembro, 2009 às 10:01 pm

      Ola Antonio,

      Os psiquiatras têm uma formação medica e, tendencialmente, fornecem um tratamento baseado em fármacos. Os psicolgos têm uma formação de teor mais terapeutico, e com experiencia em modificar comportamentos, atitudes, etc.
      Ou seja, se por ventura, o acompanhamento que tem é apenas de origem medica, por meio de farmacos, seria aconselhavel pensar num acompanhamento mais terapeutica e psicologico, sendo que desta feita, os resultados que poderá alcançar serão, seguramente, mais evidentes.

      Responder
  • 47. António  |  05 Outubro, 2009 às 12:41 pm

    Susana só mais uma cosia, tu que estas por dentro deste assunto eu gostaria de ter uma opinião tua sobre o tratamento que estou a ter. Neste momento estou a tomar “Dumyrox, OrapForte, Paroxetina Genedec e para situações em que me sinta pior tomo também Xanax”. Achas que esta medicação é a meis certa ou nem por isso? Obrigada.

    Responder
  • 48. Andreia  |  06 Outubro, 2009 às 2:13 am

    Olá:
    Eu sou a Andreia que tem o post nº 29 neste blog, e pela experiência que tenho o que é bom para ti, para mim com o mesmo problema por vezes não é, pois os nossos organismos reagem de forma diferente à medicação.
    Já passei por imensas, mas imensas medicações. Neste momento sinto que finalmente encontrei a adequada.
    Também já tomei o OrapForte e senti-me super mal com ele, mas sei que há pessoas que se sentem bem. O psiquiatra insistiu para eu ver se conseguia sentir-me bem com ele, logo deve ser um optimo medicamento para o nosso problema.
    O que interessa é tu sentires-te bem com a medicação. Mais calmo, menos ansioso, menos deprimido, etc.
    Eu neste momento tomo o Dumyrox 100mg(1+0+1), Alprazolam 1mg(1+1+1) , (digamos que é um genérico do Xanax), e o Seroquel 100mg (dormir).
    Como te tens sentido com a medicação? Sentes melhoras?
    Só tu é que podes dizendo como te sentes, podes ajudar o teu psiquiatra a continuar, ou ajustar ou até mudar a medicação.

    Fica bem e desculpa se meti na conversa. Apenas quis dar-te o meu parecer, pela experiencia de anos que tenho.

    Responder
  • 49. António  |  06 Outubro, 2009 às 10:16 pm

    Ola Andreia, não precisas de pedir desculpa, até agradeço que dês a tua opinião, afinal estamos “todos” no mesmo barco. É assim em relação à medicação eu à dias que me sinto melhor outros nem por isso, e sinto-me sempre pior quando existem mudanças de tempo, porque não sei. Eu andava a tomar a medicação certinha e melhorei muito, mas sem consentimento médico deixei a medicação e neste momento estou novamente a passar por um mau bocado. Também estou assim porque se passaram algumas coisas na minha vida que me deixam deprimido e com algumas ideias idiotas na cabeça que eu não consigo retirar da cabeça por mais que tente. Ideias essas que me prejudicam diariamente. Agora o que posso fazer é combater isso e viver cada dia como se fosse o ultimo e tentar aproveitar ao máximo, mas mesmo assim não é fácil.

    Responder
  • 50. carlos ferreira  |  02 Novembro, 2009 às 10:01 pm

    ola a todos infelismente tambem sofro dessa doenca ha varios anos os meus sintomas sao mais nos pensamentos que parecem que vamos enlouquecer sofro de depressao major ansiedade medos irracionais ..ansiedade ja experimentei varios antidepressivos sem resultado vou comecar hoje novamente com dumirox 100 nunca tive psicoterepia continuada ou seja semanal ou quinzenal e sei kue isso mme podia ajudar mas infelizmente nos hospitais isso e impossivel …ando nisto ha varios anos nao encontro sulucao tenho fobia e estigma e medo de enlouquecer se for internado…ja nao sei o kue fazer por isso peco concelhos a kuem me possa ajudar sou de paredes porto o meu nmr 917318113 meu mail kharlynoir@hotmail.com vamos nos ajudar uns aos outros porkue nos e kue sabemos o kue sofremos as angustias a frustacao etc

    Responder
  • 51. daniel  |  09 Novembro, 2009 às 10:15 pm

    ola a todos infelizmente decobri a poco tempo que tinha esta doença gostava saber o que posso fazer para controlar os pensamentos e imagems que me aparecem sem eu querer gostava que me ajuda sem a intender e lidar com esta situaçao deixo aki o meu mail : quem quiser entrar em contacto via mail ou msn : danton.77@hotmail.com

    Responder
  • 52. joao  |  19 Novembro, 2009 às 7:31 pm

    nenhuma pessoa com este tipo de problema deve ir a 1 psicologo pois nao têm capacidade para resolver este transtorno a não ser explicar de que se trata. tem de ser um psiquiatra

    Responder
    • 53. Andreia  |  30 Novembro, 2009 às 2:50 am

      Segundo a minha opinião e por muita, mas muita experiência que já passei por causa desta doença (vários internamentos, a ida à televisão por causa desta doença, etc, etc), não é necessário mas obrigatório a ajuda de um psiquiatra com um psicólogo ou psicoterapeuta. Se realmente sofrer de POC, é necessário o psiquiatra para a medicação, mas ela não é suficiente, pois apenas nos deixa mais calmos e controlados.
      E o comportamento social? Precisamos de um psicólogo, para aceitarmos viver com esta doença que não tem cura, é crónica, e sabermos minimizá-la ao máximo, pois ela é um grande obstáculo na nossa vida. O nosso comportamento no trabalho? Precisamos de ajuda de um psicologo para nos ajudar a controlar os pensamentos obcessivos e rituais, senão acontece como eu, nota-se que se passa algo comigo e acabam por despedir-me, já que a doença mental ainda não é vista pela sociedade como uma doença como existe outras. temos logo rótulo de “maluca da cabeça”.
      Escreveria páginas e páginas a falar sobre o que é sofrer desta doença, mas em estado gravissimo como é o meu POC. Já arruinei e perdi muita coisa na vida por causa desta doença.
      Já fiz muitas loucuras por não a aceitar e não ser aceite na sociedade. Enfim , coragem para todos e é pena não haver aqui alguma associação no norte para doentes de POC como existe em Lisboa a “Domus Mater”.
      Talvez se lutassemos por um espaço aqui no norte para nos podermos reunir e podermos partilhar as nossas experiencias de vida, talvez tivessemos mais coragem para enfrentar a vida com outros olhos.
      Beijos

      Responder
  • 54. Maria Constaça  |  04 Dezembro, 2009 às 7:41 pm

    oi querida adurei mas nao tive tempo de ler tudo mas tenho a certeza k e fantastico e isto e para ti
    eu tenho 44 amores e nao tenho a certeza se tu la estas

    Responder
    • 55. Laura  |  04 Dezembro, 2009 às 7:55 pm

      amo-te

      Responder
  • 56. José Saramago  |  04 Dezembro, 2009 às 7:53 pm

    beybe tás livre na sexta di manha? se nao ponte livre

    Responder
  • 57. Denelóide  |  04 Dezembro, 2009 às 8:01 pm

    ola my nome ie Dinilóide e sou um travéste e to a fazer publicidade
    1 noite-50
    2 ´´ ´´-100
    1 dia-o que qiser dar(acima de 400)

    Responder
  • 58. Macedonia  |  11 Dezembro, 2009 às 7:20 pm

    adorei o site mas o comentario da denelóide foi muito mau continua a progredir
    no site

    Responder
  • 59. Anonimous  |  15 Dezembro, 2009 às 9:25 pm

    É uma vergonha vir para este blog comentar coisas que nem sequer têm nada a ver. Pessoas a sofrerem com esta irracional doença e alguns a comentarem disparates. Sinceramente..

    Responder
  • 60. Andreia  |  03 Janeiro, 2010 às 12:54 am

    É triste ver que há pessoas tão, mas tão estúpidas, que é o que se pode chamar… quer dizer para não chamar pior, que vieram para este blog gozar com as pessoas que têm problemas graves.

    Para essas pessoas era abrirem um blog “Pessoas irracionais”.
    Esse era o blog ideal para elas. Ou então irem para um veterinário se tratarem….

    Responder
  • 61. nuno  |  03 Janeiro, 2010 às 11:05 pm

    Eu tenho POC e a coisa que mais falta me faz é de poder falar com alguém que tenha o mesmo problema que eu.

    Ninguém a minha volta compreende minimamente os meus pensamentos, as minhas dúvidas constantes, as minhas verificações e a minha necessidade inexplicável de simular a realização de uma tarefa que ja fiz anteriormente, ou de sequencializar o passado procurando lembrar-me de tudo o que fiz, porque, como, tentando de certa forma vive lo outra vez para ter a certeza que o compreendi ou que sei o que fiz.

    A minha situação é agravada pelo facto de eu por mim já ser uma pessoa que tem de entender tudo ao pormenor e muitas vezes sinto que crio obsessões ao tentar explicar porque que tenho determinadas obsessões e ao tentar descobrir qual das partes de um determinado pensamento corresponde à obsessão. Esquemas tão confusos que eu próprio me sinto perdido. Este ciclo vicioso que me faz tentar escapar ao controlo que a obsessão me impõe só me envolve ainda mais neste mundo estranho e incapacitante que constitui as POC.

    gostaria de poder falar com alguém que partilhou as suas ideias sobre esta doença….

    PS: nao vou sequer perder tempo a comentar a falta de respeito que algumas pessoas demonstraram ao estragar em parte um blog com tanto valor como este.

    Responder
    • 62. Elizabete  |  08 Maio, 2010 às 8:17 pm

      Nuno,

      Sei como é complicado as pessoas nos entenderem… quase toda a gente conhece a depressão, mas poc… Invariavelmente ouço o conselho: “Tens que sair e divertir-te!”… Acontece consigo? As pessoas não fazem a menor ideia como lidar connosco e tb não facilitamos, tentanto parecer e tomar os comportamentos “normais”…
      Espero que consigo as coisas estejem o melhor possível!…
      Entre em contacto comigo…

      Elizabete.

      Responder
      • 63. Nuno  |  27 Junho, 2011 às 3:35 pm

        Ola Elizabete, só agora é que li a sua resposta ao meu comentário sobre Poc que submeti à um ano. Não tinha noção que o tinha escrito à tanto tempo e ate agora as perguntas são exactamente as mesmas com uma intensidade semelhante mas que consigo controlar melhor. Lembrei-me de ler alguns testemunhos e acabei por encontrar um testemunho que eu próprio escrevi numa fase pior. Gostaria de trocar impressões sobre a doença.

    • 64. Tiago Marques  |  31 Maio, 2010 às 8:15 pm

      Olá,

      Meu nome é Tiago Marques, tenho 35 anos e sofro de P.O.C há 20 anos. De forma que compreendo um pouco desta doença desgastante!

      Se quiseres partilhar algum tipo de informação, desabafos, conversações, mesmo que sejam repetitivas, eu não me chateio porque já estou habituado e inclusivé, fui ao Brasil para me curar do Perturbação através de uma medicina alternativa.

      Há realmente muito preconceito sobre esta e outras demais doenças psiquiátricas, já etive periódicamente internado e lidei com doentes Esquizofrénicos, Borderline, Bipolares, DPP, Depressão Major e depois verifiquei que eles são doentes mentais.

      O P.O.C. não é uma doença mental ( não há lesão no cérebro), existe somente uma prturbação que surge na adoloscência mais tarde , provocada por múltiplos factores.

      Tiago Marques

      t.cardim.1974@gmail.com

      Responder
  • 65. António  |  14 Janeiro, 2010 às 6:38 pm

    Infelizmente existem pessoas que não tem mais nada para fazer a não ser desrespeitar os outros.

    Responder
  • 66. isabel  |  04 Maio, 2010 às 9:26 pm

    desconfio que tenho poc
    já tenho sintomas a vários anos mas só a pouco tempo tomei consciência que pode ser poc

    não sei que fazer porque a minha própria família pensa que não é nada mas não é normal os meus sintomas e comportamentos os sintomas que tenho são iguais a pessoas que têm poc…será que me podem aconselhar
    agradeço resposta
    obrigada

    Responder
  • 67. Alex  |  05 Maio, 2010 às 6:00 pm

    Desejo-lhe uma carreira séria e responsável e agradeço-lhe as informações pertinentes ao POC.
    Quero apenas dizer que sou mãe de um rapaz diagnosticado diferentemente, mas bem tratado na sua doença mental. Descobri há uns dias num programa televisivo que todos os sintomas que ele apresentou durante anos (e ainda há sequelas) dizem respeito ao POC. Dediquei-lhe o meu tempo e “ressuscitei-o para a vida”. Foram largos anos dificílimos para ele pq englobaram uma adolescência envergonhada e perdida, faltas às aulas, largos sonos, banhos erráticos, horas a fio junto à linha do combóio…, entradas e saídas contínuas durante horas, orações intermináveis e beijinhos a um santinho, etc. Acabou aos 15 anos por não sair da cama fazendo aí todas as necessidades. Na casa convivíamos eu e ele.
    Para mim foi dolorosíssimo, acabei ficando deprimida, estando agora a ser tratada e bem por uma psicóloga. Ele hoje faz a sua vida normal de trabalho, está alegre, fora do país, com as suas namoradas.
    Bem hajam os psicólogos e os psiquiatras.

    Responder
    • 68. Lalinha  |  02 Dezembro, 2010 às 4:25 pm

      Ola

      Tenho um primo que tem POC mas acho que nao está no psiquiatra certo, cada vezestá pior

      Não há no norte algum médico que o ajude.
      Por favor

      Responder
  • 69. carinita  |  06 Maio, 2010 às 2:12 pm

    oi tudo bem?sou a carina e infelizmente tenho um irmão com poc!ele comecou a mustrar sintomas a ja 3 anos,mas desde a 2anos pioraram,e muito complicado viver com alguém assim!ele passa horas no banho,lava compulsivamente as mãos,ja chegou a andar cm uma régua a medir as cadeiras da cozinha,etc…n sabia k existia mais gente com esse problema…tomei conhecimento deste nome através de uma reportagem k deu no telejornal da tvi…gosta d o ajudar,mas n sei como!s poderem resp po meu email,bigda…

    Responder
  • 70. carinita  |  07 Maio, 2010 às 2:35 pm

    aki deixo o meu email…carinita.leite@gmail.com

    Responder
  • 71. Elizabete  |  08 Maio, 2010 às 12:44 am

    Olá!
    Susana, não sei se entretanto já se licenciou… ou se afastou do blog…de qq modo obrigada e parabéns pela iniciativa!
    Nuno: oi, sei bem o que isso é… gostei de ler sobre as suas dificuldades e sei como é complicado outras pessoas nos entenderem…
    Espero que as coisas estejem melhores consigo; dê notícias!
    Força a todos que têm este problema… há sempre um amanhã e talvez, amanhã, as coisas estejam melhores… Não parem de procurar ajuda!

    Responder
  • 72. J  |  11 Maio, 2010 às 12:39 am

    Boa noite. Sofro de TOC desde criança, tenho 99% de certeza. Acho que esta é a primeira vez que o admito a ”alguém”. No entanto, de há uns 2 anos pra cá piorou. Como já disse nunca falei com niguém sobre isto, por timidez, vergonha, etc. O pior é que isto está a atrapalhar cada vez mais a minha vida. A única vez que tentei falar sobre isto com alguém próximo, riram-se na minha cara. Escusado será dizer que nem terminei o assunto e nunca mais falei disto até agora.
    Não tenho muitas possibilidades financeiras.Ando na faculdade e, sei que existe um serviço gratuito de psicologia lá.Só não sei se se aplica a este ”assunto”. As consultas externas são muito caras e, se pedir pelo médico de família demoram imenso.
    Escrevo isto porque quero realmente mudar. Custa muito viver assim. E muita, muita gente não entende e, nem sequer faz um esforço.Muitas vezes tive e tenho vergonha de ser quem sou.
    Obrigado, pelo momento de desabafo.

    Um abraço,

    J

    Responder
  • 73. Ana  |  06 Junho, 2010 às 12:14 am

    Não sei como começar, mas recentemente descubri que tenho a doença POC…. começei a ler artigos e vários blogues a alguns dias, e todas os meus rituais, pensamentos que eu achava normal estavam lá escritos.Não sei como lidar com isto….estou sempre com ansiedade,quando tenho alguns dos meus pensamentos ou fazo os meus`rituais´choro e não quero contar aos meus pais, apesar de eu achar que eles já terem notado que algo esta mal.Começei a pesquisar sobre a doença, quando vi um programa na televisão e fiquei muito assustada. foi no verão passado em eu me isolei de todos, e os rituais e pensamentos foram aparecendo com mais frequência e cada vez mais fortes.Pode parecer estupido mas, tenho medo que os meus pais fiquem preocupados comigo e que eu seja um peso para eles.De muitos comentários que li de pessoas que sofre de poc, identifiquei me com muitos e alguns rituais que essas pessoas fazem eu tambem fazo, como não dizer palavras ou arrumar todo de forma simetrica e niguem poder mexer e se algo de mal acontecer a culpa é sempre minha .O pior é que esta a afectar a minha vida e o meu relacionamento com a minha familia principalmente com os meus pais e as minhas notas estarem a descer desdo ano passado e eu não conseguir recuperar (e nao poder disser as pessoas o porque de todo isto)…..não é vergonha mas simplesmente não consigo( por que lá no fundo quando se diz doença mental não há ninguem que fique indiferente) .Agradeço a todas as pessoas que escrevem as suas histórias e opiniões. Tem-me ajudado a perceber melhor as coisas.Vou continuar a vir a este blogue para estar informada e para talvez compreender melhor todo e talvez até conversar e receber alguns concelhos.obrigada

    Responder
  • 74. lisa  |  08 Julho, 2010 às 1:58 am

    ola susana eu tenho esta doença

    Responder
  • 75. Dy Blanco  |  20 Julho, 2010 às 12:09 am

    Oi Susana!
    Acho q meu filho quando tinha de 12 pra 13 anos sofreu de POC. Ele tinha mania de verificar as portas se estavam fechadas,mexia as maos sempre,achavam q tinha pessoas observando ele,etc,com isso ficava muito nervoso e até chorava muito.Um medico amigo receitou um remedio agora n lembro o nome,tomou durante 3 meses,melhorou bastante e parei de dar o remedio.Sobre esses sintomas ele n tem mais,mais continuo muito preocupada,ele continua muito agressivo, rebelde e nada o satisfaz, tudo q faço pra ele acha pouco, ele é um excelente aluno,com as pessoas de casa ele é agressivo e intolerante,,já com pessoas de fora se mostra jentil e delicado,percebo muita inveja do irmao mais novo q tem 13 anos,por favor me der uma orientaçao ele agora esta com 16 anos.

    Responder
    • 76. dahiane  |  29 Março, 2012 às 4:28 pm

      ele esta passando por uma fase dificil tente tambem entrar na onda jovem tbm tenho 13 anos

      Responder
  • 77. Pedro  |  24 Julho, 2010 às 12:09 am

    Estive a analisar cuidadosamente cada “post” sobre a POC presente nesta págia virtual. Não tenho qualquer tipo de diagonostico profissional, mas não preciso de muito, foi necessario apenas um auto análise, para saber que estou a ser afligido por este perturbação:
    – Dou por mim, à 10 minutos a abetuar o mesmo botão;
    – Recuo varias vezes, porque considero que um passo foi mal dado;
    – Não pego em nada, quando olho para alguma coisa que considero “impura”, ou se o faço torno a poisar o objecto a olhar para essa coisa “impura” e então sim, pego o objecto com o olhar direccionado para outro local – se nao fizer assim, a minha mente diz que me acontece isto ou aquilo;
    – Quando escrevo no PC apago e escrevo a mesma palavra vezes sem conta;
    – Tenho uma obcessão pela aparencia, e pelo que os outros pensam de mim. Não suporto a ideia de causar má impreção nos que me ouvem! E isto tem vindo agravar significativamente;
    – Quando está alguem presente que considero que tem “bactérias prejudiciais”, e quero ir para o lado onde essa pessoa está, dou uma volta completa para o lado contrario, de forma a não expor a minha parte da frente directamente a essa pessoa, pois no meu entender, irracional claro, essas bacterias vêm para mim … etc etc etc
    Sofro de idéias e comportamentos que me parecem absurdas e ridículas. São repetitivas e persistentes, na medida de ser dominado por pensamentos desagradáveis que são aliviados temporariamente por determinado comportamento, como os que salentei em cima. Estou-me a formar numa area bastante complexa, que exige o máximo de mim, e temo prejudicar, ainda mais, o meu desenvolvimento. Não revelei esta situação a ninguem. Nem amigos ou familiares, porque tenho noção do absurdo das exigências auto-impostas. Sinto-me extremamente ansioso se resistir à realizacão de uma compulsão e não sei qual o primeiro passo a seguir, ou actitude / decisão a tomar
    Sandra, por favor, qual o seu parecer com respeito ao que escrevi?
    Força a todos os que como eu, lutam diariamente com isto!

    Responder
  • 78. luis carlos calder corte real  |  09 Agosto, 2010 às 9:43 pm

    tenho duvidas se alguns dos meus comportamentos , não sejam
    ja alguns sintomas

    Responder
  • 79. Ana  |  09 Agosto, 2010 às 9:45 pm

    Ola esta doenca poder dar a algem com 14 anos ??

    Obrigada…

    Responder
  • 80. Bruno  |  12 Outubro, 2010 às 9:47 am

    Ola a todos vos quero informar que já tive a poc, mas as isso era passado. Começou aos meus 9 anos e terminou aos 17 tive muito sofrimento chegava a repetir tudo o que fazia dezenas de vezes, ate no meu trabalho aos 14 anos me deram um trabalho para fazer de desmontar uma prateleira e desmontei a e montei a durante varias e varias vezes nao saia dali. Era como se nao fize- se acontecia determinada coisa mal na minha vida ou da minha familia. tambem andava pela calçada da cidade desviando de pedras diferentes, ou diferentes desenhos desde que nao tivesse a haver com a calçada da mesma cor ou tamanho era por demais este sofrimento. chegava a cuspir 3 ou mais vezes de seguida; so podia respirar se fosse a olhar para mulheres nunca para homens no meu campo de visao; saia de casa e da escola pela porta varias vezes dentro fora , dentro fora tentando que ninguem repara se.Uma vez tinha de fazer tal comportamento porque se nao ficava um gay, entao eu nao respetei esse comportamento e tive durante cerca de 15 dias seguidos uma voz dizendo que eu era gay, foi horrivel. As vezes falava com as pessoas e as frazes que dizia, saia de ao pe delas e ia para outro lado e repetia mas tinha de ser do avesso ou seja ao contrario.Cheguei a desrespeitar a minha mente mas depois o meu cerebro ficava ainda pior se eu nao cumpri se. Eu estava cansado e doente, um esgotamento maximo. E o pior de tudo foi um dia que estava a jantar e havia pedaços de comida no prato que eu nao podia comer porque se nao eu ia ter consequencias muito más, e depois de teimar com a mente eu acabei de ir vomitar porque tinha comido esse pedaço que nao era para comer, a mente dizia que se come-se por exemplo eu iria morrer daqui a uns dias ou outra coisa parecida minha familia etc… Foi o pior de tudo eu estava revoltado comigo mesmo.Até que pensei fazer um tratamento por mim proprio nada que medicos me tinham dito porque eu foi aos 13 anos a um medico porque so minha mae sabia e o medico receitou me apenas um medicamento para nervos e anciadade.O meu tratamento foi eu tudo o que me estava a acontecer de ter de voltar para traz e as outras coisas etc.. eu dizia para mim ( pip) igual um apito que soltava dos meus labios ou seja, travava o que estava a acontecer pra fazer depois porque estava demasiado cansado.E foi ai que me fui curando pensando para a minha mente (logo faço as outras vezes mais tarde) estou muito contente me ter livrado disto foi uma batalha mental que me apoderava da mente e do fisico . Este é o meu concelho e tambem depois de tanto tempo vi uma reportagem na tvi que se chama (FORA DE CONTOLO) podem consultar na google podem tambem se tratar em lisboa na clinica (Domus Mater) obrigado pela vossa leitura e as melhoras espero que se curam rapidamente para terem uma vida de volta.

    Responder
  • 81. tita  |  12 Novembro, 2010 às 12:46 am

    Olá! Foi diagnosticado POC ao meu marido através duma médica psiquiatra.Acontece que ele não sabe e não admite que está com um problema bem mais grave do que pensamos,isto porque ele entrou numa profunda depressão desde que perdeu o pai em Abril de 2009.O que devo fazer para o ajudar,visto que ele só foi a uma consulta,tendo já faltado a outras duas.Agradeço desde já a sua disponibilidade.

    Responder
  • 82. Sofia  |  28 Novembro, 2010 às 5:09 pm

    Eu não sei, mas acho que tenho inicios de POC, mas não me atrapalha a vida, mas tenho medo que alguma vez piore. quer dizer acho que ja esteve pior e agora está a melhorar.
    Eu nunca disse a ninguém, esta é a primeira vez que me estou revelando, é que sou muito nova, tenho apenas 16 anos.
    Por exemplo, tudo o que toco com uma mão, tenho que tocar com a outra também, o mesmo número de vezes. e não ” devo ” fazer um número de vezes alguma coisa múltiplo de três.
    só que eu depois comecei a “aldrabar” o meu cérebro, com coisas por exemplo, se eu estou sentada e o meu cérebro diz-me para levantar, eu incuto no cerebro a outra hipotese, de nao levantar, e as duas hipoteses vao-se combatendo e muitas vezes acaba por ganhar a que eu quero.
    Mas por outro lado, eu agora acho que tenho um lado mau no cérebro, e outro bom, e neste momento o bom está a ganhar, já explico :
    Já me passaram pela cabeça cenas bastante más, e eu pensava : e se eu tivesse feito isto? Que horror , e fico com medo que o lado mau que se lembrou dessas cenas tome conta de mim

    Responder
  • 83. Joana  |  09 Fevereiro, 2011 às 8:28 pm

    Olá, o meu nome é Joana, queria dizer que acho que sofro de POC. Sempre que chego a casa verifico atrás do sofa se está alguém, sempre que penso em alguma coisa muito má, que me possa acontecer ou a outra pessoa de quem gosto, faço um tique com os olhos, em que olho para o lado esquerdo e pisco. mas isto só acontece quando me lembro enão é em todo o lado. ainda ninguém notou, e isto não afecta nada na vida,sou muito feliz, mas é desconfortavel. Susana, acha que sofro de POC??? se sofro quais as consequencias? dura para sempre? como tratar? (existe solução sem ser falar com um médico? Muito obrigada!

    Responder
  • 84. Sara  |  20 Fevereiro, 2011 às 1:27 pm

    ola susana..espero que me consigas ajudar a tentar perceber…embora ja desconfie que tenho POC antes d eme deitar tenho k rezar 3 vezes as mesmas oracoes..verfikar se ta a presiana fechada, os aramrios do meu kuarto fexados e a porta do meu kuarto e isso td acomapnhado por respiraçoes kontinuas de sessoes de tokes nos armarios…!
    gostaria k me rsp se possivel,,,obg

    Responder
  • 85. adriana  |  29 Março, 2011 às 1:27 pm

    Olá estou passando por uma situação muito dificil, meu namorado tem 33 anos e vêr coisas escritas em objetos no quarto dele, e me acusa de ter escrito que ele é corno, inicio de nome de alguém que é o meu suposto amante, quando na verdade não tem nada escrito, já contei para mãe dele pra ver se ela me ajuda mas ela não acreditou em mim, e não posso contar pra ninguém porque vão chama-lo de maluco e ele fala que não é maluco, não aceita um tratamento e acredita realmente ver. Oque faço o triste é ele dizer que eu estou escrevendo.

    Responder
  • 86. sérgio  |  05 Janeiro, 2012 às 9:56 pm

    Olá Susana,
    peço uma opinião, uma ajuda, um conselho…
    tive comigo, por 4 dias na passagem de ano, esta de 2011/2012, a alegria da companhia do meu filho que faz este mês 14 anos e que há muito não o via. moramos a 170 kms um do outro, sou divorciado e ele mora com a mãe.
    ainda antes de me separar já eram evidentes, na minha observação constante, determinadas atitudes suas que me deixavam em alerta permanente.
    se já não vivia em paz, agora muito menos desde que saí de perto dele. todos os dias tento acompanhá-lo, por telefone, e faço os possíveis e impossíveis por não perder o estar atento com ele.
    os 4 dias que ele esteve comigo deu para perceber e observar mais avincadamente a evolução das tais atitudes sendo, por isso, o motivo que me levam a pedir o seu conselho.

    ATITUDES…

    exageradamente pormenorizado no ter tudo que esteja á sua frente muito direitinho e “matemáticamente”, “simétricamente”, com a mesma distância uns dos outros.
    exemplifico…
    chinelos do quarto, ténis dos treinos (joga futebol, federado), na mesa de cabeceira… o telemóvel, o MP3, a carteira, o candeeirinho, etc.
    na cómoda… os jogos da playstation, a própria playstation, a televisão, o DVD e outros acessórios (comandos da playstation…etc).
    na secretária… o monitor do PC, o teclado, o rato, tudo simétricamente colocado.

    é uma criança inteligente, aluno de quatros e cincos mas com muito esforço para assumir TPC´s e os períodos de estudo no ATL que frequenta. nunca chumbou um ano mas, em comportamento é, palavras dos professores, muito falador nas aulas (por vezes destabilizador) fácilmente atraído pelos outros colegas com essa postura que os carateriza.
    segundo os professores, parece estar alheio ao que eles estão a dizer mas, se o confrontarem com uma pergunta sobre a matéria dada… é considerado o segundo melhor aluno da turma.
    a matemática, por exemplo, no último teste tirou 99%, e a média nas outras disciplinas é sempre superior a 75%.

    no recreio é muito participativo nas brincadeiras com os colegas, quando está em casa só quer ir para a rua brincar.
    não é de se juntar a outros para colaborar em fazer maldades, brincadeiras de mau gosto que possam lesar outros colegas… foge.

    á noite…
    não se deita sem confirmar (mesmo assistindo que a mãe já o fez e eu, agora que esteve comigo estes dias) que a porta está trancada (abrindo e voltando a trancar). espreita pelo “olho mágico” da porta de casa para ver se há movimento na escada, tem de confirmar que os estores estão fechados (abrindo-os um pouco e voltando a fechar). confirma se os botões do fogão estão bem desligados e acima de tudo, tem uma enorme dificuldade em adormecer.

    tem medo de vivendas, ou de casas de r/c. espreita pelas janelas o tipo de ambiente na rua e agora, que sabe que vou mudar de casa e para perto dele, já me pediu para escolher uma em local não problemático.

    Susana,
    há outros gestos que podia referenciar, mas penso que estes que acabo de escrever já lhe darão indícios para um “pré-diagnóstico”.

    peço-lhe então…
    qual a sua opinião e que conselho me dá?

    deixo os meus agradecimentos…
    Obrigado

    Responder
  • 87. Ana Murta Gomes  |  22 Março, 2012 às 8:37 pm

    Olá a todos,
    Sou Mãe de um pré adolescente com POC descoberto aos 10 anos e em tratamento psicológico desde então com um Psicóloga excelente (e a quen agradeço tudo o que tem feito pelo meu filho) de nome Teresa Aleixo.
    Para além disso sou empresária e dei emprego a uma Rapariga com 29 anos e que sofre de POC descoberto apenas há 2 anos e em tratamento desde então da Domus Mater.
    Poderão pensar loucura minha quando emprego uma pessoa com este problema, mas não é.
    Sinto uma satisfação enorme de dia para dia ao saber que estou a contribuir para a melhoria dela.
    As “atitudes/consequências” da POC em ambos são diferentes.
    Comecei a desconfiar que algo não estava bem com o meu filho quando por acaso dei com ele a lavar todo o material escolar (livros, canetas, cadernos, etc.) e a lavar as mãos com uma sofreguidão tal que ficou com as mãos em sangue.
    Posto isto, fui falar com o Pediatra dele, Dr. António Marques Valido, a quem também agradeço tudo o que tem feito por ele, que me aconselhou a Dra. Teresa Aleixo.
    É complicado lidar com estas situações e dei comigo sentada no chão a chorar compulsivamente mas hoje acho que sei lidar com a POC.
    Só tenho pena que esta “doença” não seja mais divulgada,e prova disso é a rapariga que empreguei que já tinha POC desde os 12 anos e só há 2 é que se chegou à conclusão do que tinha.
    As atitudes/consequências dela são a praticamente as mesmas que o Sérgio refere em relação ao filho.
    Não sei onde vive, mas o meu conselho Sérgio é que leve o seu filho a Dra. Teresa Aleixo (Lisboa) ou à Domus Mater, pois infelizmente nós Pais sozinhos não os conseguimos ajudar.

    Responder
  • 88. Ana Murta Gomes  |  22 Março, 2012 às 8:38 pm

    A todos os que se encontram neste blog desejos as melhoras e força para lutar contra uma “doença” que não é palpável.
    Sérgio, não vale a pena ralhar pois a ansiedade do seu filho aumentará e as atitudes serão cada vez maiores.
    Cumprimentos
    Ana

    Responder
  • 89. dahiane  |  29 Março, 2012 às 4:16 pm

    descobri que tenho o poc mas e tao ruim nao consigo parar tenho medo de alguma coisa de ruim acontecer sempre fico encostando em tudo e qundo nao encosto aiiiiiii da aquela sensacao de medo. emuito ruim tenho o poc aos 7 anos .hoje tenho 13 .quero parar mas como?.

    Responder
  • 90. Cristiana  |  19 Julho, 2012 às 5:55 pm

    Ola boa tarde. descobri à tempos ser portadora de Poc, a doença que nos tira a qualidade e o gosto pela vida. Tenho 26 anos, e sei que sou assim à muito, mas agora vou de mal a pior. Nao me controlo. Vou buscar na minha mente, numeros que me metem medo, pessoas que ja sofreram de mortes dolorosas, tudo o que é de mal, para, infelizmente, sismar nisso, e daí ter rituais que me minimizam a dor, ou bato na madeira 3 vezes, ou digo frases, ou invoco os Santos, etc. Entro em aflição constante. Trabalho em lojas e tenho pessoas que acho que ja se tem apercebido da maldita doença que me invade a mim e a muitos, gostava de conhecer pessoas como eu, falar com elas, para trocar opinioes, conversar e ajudar-mo-nos a lidar com isto. Isto é doloroso demais. Perdi até a vontade de viver. Sinto que o que faço é inutil, mas nao consigo parar com isto.

    Responder
  • 91. maria gomes  |  21 Outubro, 2012 às 9:30 pm

    Tenha calma.O meu filho tem 47 anos e tem ao longo de 30 anos,altos e baixos.Precisa de ter confiança em si,e no amor daqueles que a amam.Pensamento positivo.

    Responder
    • 92. Cristiana  |  22 Outubro, 2012 às 10:03 am

      Obrigada Maria Gomes… eu quero acreditar que tudo vai melhorar, e que isto nao passa de uma doença. Eu quero pensar positivo, mas nao tenho qualidade de vida. Obrigada

      Responder
  • 93. maria gertrudes lopes damas diogo  |  24 Outubro, 2012 às 9:53 pm

    Olá sou a maria e tenho essa doença as vezes sinto me sozinha e descarrego no meu marido e na minha filha que tem 12 anos bjs obrigado por tudo

    Responder
    • 94. cristiana  |  25 Outubro, 2012 às 9:33 am

      Pois é Maria. Descarregamos nos outros os nossos problemas, que ja sao duros, pois atormentam-nos o dia inteiro.bj

      Responder
      • 95. carolina  |  05 Novembro, 2012 às 12:12 am

        Espero que todos descubram um meio de atenuar/curar este sofrimento!..
        Não sei se sofro de POC, mas tenho consciência que sempre tive tendência para enfatizar problemas.
        Depois que descobri que o meu marido era, tal como supunha mentiroso e dissimulado, escondendo desvios sexuais,fiquei à custa de tantas mentiras e juras, completamente compulsiva na busca de toda a verdade.
        Ele foi abusado sexualmente na infância ,pouco tempo mais tarde teve um acidente muito grave e a morte da mãe.
        A muuuuito custo confessou que teve 1 relaçao sexual com 1 prostituta quando tinha 18 anos, muito mais tarde… e à noite deslocava-se de carro sempre que podia,para ver prostitutas…que 1 vez convidou uma, durante essas viagens…que 1 vez se masturbou dentro do carro … tudo isto, jura, que só 1 vez!…
        Alguém acredita que foi tudo só 1 vez?
        Confessou que manteve sempre fantasias sexuais com 1 tia (irmã da mãe) prima, cunhadas, de forma vigorosa, mesmo compulsiva assim como com colegas de trabalho recorrendo à masturbaçao nas casas de banho do seu local de trabalho.
        Apesar de tudo vivemos um casamento de amor .
        Ele ama-me imenso e tem aguentado as minhas investidas extremamente difíceis na busca da verdade.
        Não estou a aguentar mais, não acredito nele,entretanto devo dizer que ele sempre teve taras por mulheres obesas e eu sou uma mulher de compleição magra!
        Todos os motivos para me sentir com uma auto estima baixa, e
        uma desconfiança que me parece compulsiva.
        Há muito tempo que vivo num dilema de não querer fazer tratamento, senão para dormir, depois duma luta de resistencia apesar das insónias severas por que tenho passado todo este tempo.
        Já consultei psiquiatras, mas abordo sempre mais as questões do meu marido do que as minhas, na procura incessante de conhecer a personalidade dele, desprezando sempre o meu dilema.
        Assim sendo tenho gasto muito dinheiro em consultas, sem que o meu problema seja apreciado.
        Os psiquiatras e os psicologos relevam o meu sofrimento, porque na realidade quem tem conduzido as consultas tenho sido eu.
        Neste momento não me apetece contar a mais nenhum médico por um lado, por outro vejo-me a manter uma situação insustentável de medo da mentira e do desconhecido com quem estou há muitos anos!
        Nesta altura estamos juntos sempre juntos, enveredámos por uma doutrina espiritual que o tem ajudado a ter uma visão do mundo menos materialista, desde já aconselho vivamente , porque ajuda bastante nesta caminhada difícil que é a vida.
        Ainda assim como ele sempre foi ágil na mentira e extremamente dissimulado, estou sempre duma forma compulsiva desconfiada
        inquiri-lo sobre o passado e o presente, duma forma agressiva.
        Adormeço a pensar que me está a mentir e que me encobre factos passados , acordo a pensar o mesmo e durante o dia quase não consigo pensar noutra coisa.
        Devo dizer que durante as alturas que me ia confessando os factos dolorosos eu reagi bem porque eu me dou bem com a verdade por pior que ela seja, daí eu não entender porque me continuou a mentir.
        Afinal o que eu procuro é a verdade e saber lidar com ela, para definitivamente ganhar alguma confiança.
        O que acham os que sofrem desta doença, estarei eu a sofrer de POC?
        O que devo fazer?
        Tomo muita medicação porque tenho alguns problemas de saúde, por isso também me custa a aceitar a ideia de fazer tratamento.
        Fiquem bem!
        Obrigado a quem me quiser ajudar

        Carolina

      • 96. cristiana  |  05 Novembro, 2012 às 10:35 am

        Ola Carolina… entendo perfeitamente a sua situação. De facto nao é nada facil. Mas nao acho que seja POC. Talvez sim, a procura incessante da verdade, mas nao acredito que seja POC. Uma vez que diz que nao tem qualquer sofrimento com a verdade e quer encontrá-la sem medo. O POC alimenta-se do medo, ou seja, faz nos andar sempre “tolhidos” a pensar no pior, e com medo que este aconteça, realizando rituais e manias compulsivas para assim, minimizar o nosso desgosto e aflição. Acredito sim que esta a viver uma situaçao muito dolorosa e é uma mulher muito forte pelo que descreve. Mas nao se acredite na situaçao chamada POC. Procure a verdade. Desde que esta nao se torne uma obsessao. Infelizmente, as pessoas com quem partilhamos o nosso dia a dia, nem sempre sao as mais sinceras, so com os anos, vamos aprendendo quem temos ao nosso lado.

  • 97. carolina  |  06 Novembro, 2012 às 12:58 am

    Olá Cristiana,
    Obrigada pela sua resposta.
    Entendo que o medo é o alimento do POC, mas eu tenho muito medo, não da verdade, mas da mentira, não deixa de ser um medo que me “tolhe” e me faz sofrer de forma vigorosa!
    De facto é uma situação muito dolorosa,tenho perdoado ao meu marido as faltas de honestidade que têm sido sistemáticas, na esperança dum amanhã melhor, mas estou muito cansada, nesta tentativa incessante dele se descobrir como pessoa melhor.
    A descoberta da nossa parte divina é para mim, o melhor da vida,é o que me impele a lutar todos os dias, mesmo que de cinzento se vistam!
    Carolina

    Responder
    • 98. cristiana  |  06 Novembro, 2012 às 11:12 am

      Ainda bem Carolina… tenha fé… pode ser que tudo mude para melhor. As vezes quanto mais medo temos da mentira, mais ela surge… como uma nuvem para nos “atormentar”. Mas somos humanos, temos o direito de duvidar, quando assim surgir a duvida. Espero que se resolva o mais rapido possivel. Mas tenhamos fé…

      Responder
  • 99. carolina  |  07 Novembro, 2012 às 12:00 am

    Olá Cristiana
    Como se encontra nesta altura?
    Consegue controlar melhor os seus medos?
    Tenho pensado muito no sofrimento causado pelas obsessões, e não sei até que ponto não tenham a ver com questões espirituais.
    Eu acredito nesse tipo de interferências, e desde que que conheço a doutrina dos espíritos, mais me consciencializo dessa possibilidade!
    Não somos só matéria, a energia é que nos move!
    Apesar de todas as minhas dificuldades, com a ajuda do maior psicólogo da vida, Jesus, tenho tido forças para superar todo o meu sofrimento!
    Os medicamentos por si não bastam, precisamos de entender as nossas limitações e tentar superá-las uma a uma com a ajuda de
    Jesus, o nosso amigo incondicional !
    A todos os que sofrem, ou que veem sofrer os que amam, o meu abraço de solidariedade… e muita vontade de substituir pensamentos negativos por pensamentos positivos…um de cada vez de mansinho … até se arredarem as nuvens negras dando lugar ao céu azul!

    Responder
    • 100. cristiana  |  08 Novembro, 2012 às 2:25 pm

      Ola carolina… tenho andado assim assim… tem epocas que estou mais forte, outras vou muito abaixo. Nao posso ver ninguem familiar sofrer. Quando vejo, começo a ficar aflita. Mesmo que nao veja, sinto me aflita… tudo isto devido a perturbaçao. Eu quero muito ter esse amigo incondicional ao meu lado… tenho muito medo de O ofender… mas é tao dificil encontrá-Lo… ando longe dele, procuro-O mas o meu medo faz me estar longe dele. Desejo tambem que consigo as coisas estejam a melhorar… vamos ter fé e superar esta grande dificuldade.

      Responder
  • 101. carolina  |  09 Novembro, 2012 às 1:47 am

    Olá Cristiana

    “Só existem dois dias no ano que não podemos fazer nada:
    Um se chama ontem outro amanhã ” Dalai Lama
    É verdade, só mesmo no dia de hoje é que podemos trabalhar gerando coragem igual ao tamanho das dificuldades que enfrentamos.
    Se queremos o desevolvimento espritual a prática da paciência é essencial.
    Cristiana, Jesus entra-nos pelo do coração, fale com Ele, duma forma informal, tenha o previlégio de ter a todas as horas o melhor amigo, o melhor Psicoterapeuta de todo o sempre!
    O livro “Conversando com Deus” de Neale Donald Walsch,contém respostas incríveis a questões que ele próprio colocou.
    Não deixe de ler Cristiana, vai ser uma boa ajuda para descobrir
    quem melhor nos pode ajudar incondicionalmente.
    Encontra o livro on line, se não quiser comprá-lo.
    Continuemos o nosso trabalho diário, para vencer os medos.

    Fique com Jesus …fique bem!

    Responder
    • 102. cristiana  |  09 Novembro, 2012 às 10:37 am

      Obrigada Carolina… fique tb com Jesus… que ele a proteja sempre

      Responder
  • 103. sofia  |  09 Dezembro, 2012 às 12:38 am

    Boa noite…tenho 27 anos e sofro de POC desde os 15…percebi que algo de errado se passava qd vi uma reportagem na TVI que se chamava “Pensamentos Mágicos”… quando vi identifiquei-me com aquelas pessoas e falei com os meus pais que não estava bem e lá fomos nós para o médico, dali para o psiquiatra e depois para o psicólogo…infelizmente fui logo”encharcada” de antidepressivos e nunca de ansióliticos que é o mais indicado visto ser uma condição física de ansiedade que depois o nosso corpo arranja escapes para a diminuir ou controlar. Atualmente sou acompanhada por uma óptima psicóloga e psiquiatra e passados mais de 10 anos só agora me livrei dos antidepressivos e tenho uma medicação correcta. Pouca gente sabe desta minha condição, pois como muitos me devem entender quem tem POC acaba por se tornar um mestre do disfarce que consegue fazer os seus rituais de forma a que ninguém perceba esteja onde estiver, mas infelizmente isso não tira o desgaste físico e emocional. è bom saber que existem mais pessoas que partilham aqui os seus sentimentos e que não estamos sozinhos!!!!

    Boa noite, até à próxima

    Responder
  • 104. Celeste Carvalho  |  11 Maio, 2013 às 9:30 pm

    Alguns não,Sofia. O meu filho mais novo, 26 anos sofre de POC desde os 16.A obsseção dele é lavar as mãos a toda hora e isso não passa despercebido. Não se quer tratar, porque já fez um tratamento com antidepressivos e engordou muito. Se me pudesse dizer como e quem a tratou, ficava-lhe muito agradecida.
    Boa Noite

    Responder
  • 105. Wellington  |  24 Julho, 2013 às 10:18 am

    meu pai tem obsessividade em imaginar coisas que minha mãe não faz, e a acusa e vigia o dia todo compulsivamente…minha mãe ja ñ aguenta mais…nos ultimos meses ele a agrediu duas vezes..e tenho medo de onde isso possa chegar…gosto muito dos 2…e ñ queria que fosse assim…ja q o primeiro netinho deles nasceu a pouco tempo…pensei que fosse mudar um pouco..mas n mudou nada, ele é ignorante, e ñ entende de transtornos mentais..ele diz q ñ esta doente…é q ele ñ é louco…mas só ele ñ vê q ja passou dos limites…ameaçando até os proprios filhos de morte…como se o mundo todo estivesse contra ele. Ele diz q ñ tem nada a perder, isso é oq mais me preocupa..diz coisas como, “se eu for preso, quando sair, mato todo mundo”, ou “se precisar, eu mato, e depois me suicido”, “se eu chegar lah e fulana(minha tia) estiver lah, ñ sei oq vou fazer”, e tudo isso,pq ñ gosta das amizades da minha mãe, com desconhecidos, conhecidos, parentes etc. Minha mãe ñ vive mais, esta doente por causa do cerco…vc acha que posso encontrar ajuda pra ele no CAPS da minha cidade?

    Responder
  • 106. Ana Paula Alves  |  02 Setembro, 2013 às 1:34 am

    Gostaria de conseguir ajudar uma pessoa com POC de modo a que ela não se apercebesse que eu a estava a ajudar.

    Responder
    • 107. Tiago  |  17 Dezembro, 2013 às 11:45 am

      Na minha opinião isso não é possível pois só o próprio se pode ajudar, os outros são um apoio importante, mas tem de ser um trabalho consciente. Já tive POC com uma grande itensidade e neste momento estou estabilizado (a POC não é um virus, por isso não desaparece, mas pode-se controlar). Aconselho a procura de tratamento especializado. Frequentei e ainda frequento a Associação DOMUSMATER (www.domusmater.org) que se dedica ao tratamento da POC. Depois sim, todos em sintonia (psicólogo, paciente, você, familiares), podem ajudar essa pessoa.
      Espero ter ajudado

      Responder
  • 108. esperança jesus vaz  |  16 Setembro, 2014 às 3:51 pm

    também tenho alguns destes problemas

    Responder
    • 109. esperança jesus vaz  |  16 Setembro, 2014 às 3:55 pm

      estou desesperada 😦

      Responder
  • 110. luís  |  09 Dezembro, 2014 às 3:25 pm

    tenho poc a 25 anos e, sinto-me cada vev pior; tomando medicação, Tenho várias tentativas de suicidio, mas nao o faço porque a minha exencia é Deus e, é esta essencia que me dá força para continuar neste mundo… tou desgastado fisicamente como psicologicamente… vou tomando a medicação que já tomo há miotos anos e ligo-me a esta essencia para viver melhor. a POC é uma doença muito fatigante, muito desgastante… procura apoio psiquiatrico se tens poc e, cria em ti essencias neste mundo que te ajudem a superar o POC…

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  • 111. luís  |  09 Dezembro, 2014 às 3:40 pm

    se alguem quer desabafar, ou partilhar certas experiencias me liguem, pode ser benéfico, 913457500 939630137

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  • 112. Paulo  |  20 Março, 2015 às 5:15 pm

    Eu tenho um filho com 13 anitos com POC. Nem vos consigo contar o horrível que é, esta situação. Descobriu-se qdo ele tinha 11 anos. Julgo, e não exagero, nunca mais fui realmente feliz depois desta triste descoberta. Ele vive com a mãe mas está regularmente comigo. A mãe nega o problema e, assim, sinto-me às vezes mto só. Eu julgo que a própria mãe tem um problema de foro psiquiátrico. Resumidamente tem medos (que lhe façam mal, que o gozem) e desenvolve rituais para se defender. Por vezes tem ideias mesmo bizarras. Ele está medicado e teve durante 2 anos psicoterapia. melhorou bastante mas voltou há coisa de dois meses a piorar bastante. Gostaria de partilhar informação/medos/esperança com alguém que tenha experiência próxima com o POC. Meu mail: zweistein@sapo.pt

    Responder
  • 113. Paula Azevedo Costa  |  22 Junho, 2015 às 1:50 pm

    Sou uma mãe desesperada tenho uma filha com 23 anos que sofre de POC desde pequena. Ela lembra-se que na primária todas as pessoas que lhe tocavam ela tinha que se limpar, eu nem dava por isso. Mais tarde a família pai e irmã não pudíamos dizer branco porque a seguiar tínhamos que repetir preto, carvão, petróleo….isto e várias coisas ao longo dos anos. Foi a psicólogos a pedo psiquiátricos mas nada, cada vez está pior, tirou o seu curso, não consegue trabalho. Tem a mania das limpezas e lava as mãos muitas vezes durante o dia e gasta montes de papel higiênico. Diz que não nos suporta porque sujamos a casa toda e para ela ficar mais tranquila saímos de casa damos umas voltas e depois voltamos para ver se ela descansa daquele sofrimento que tem e nós também pois também sofremos imenso, principalmente a irmã que tem 26 anos. Ajudem-me onde posso ir com a minha filha para ela ser ajudada, pois sei que vai ser difícil porque ela diz que tem que ser ela a ter força de vontade para acabar com aquelas obsessões, tiques, Obrigada

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    • 114. Paulo D.  |  20 Julho, 2015 às 3:15 pm

      Boa tarde,

      meu filho infelizmente tb tem. Se precisar de algum apoio moral, estou aqui! Tente associação domus mater.

      Cumprimentos, Paulo D.

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  • 115. julio Alves  |  18 Março, 2016 às 4:41 pm

    Boa tarde a todo o mundo deste fórum.
    Sou amigo de alguém que sofre de POC á vários anos tendo vindo sempre a piorar, sendo que os sinais da doença estão e destruir quer a própria quer quem a rodeia. Médicos consultados e abandonados já foram uns quantos até a associação DOMUS já abandonou. Para mim esta pessoa tem de estar sempre no controle da situação tem de ter sempre a noção de fazer o que quer quando quer e como quer a terapia da DOMUS só serve para piorar as coisas em casa pois nada é feito em casa a nível de terapia complementar às consultas. Os sintomas são lavagem de mãos durante horas tudo em casa esta sujo isolamento total da família e culpabilidade da mesma em relação a tudo o que a rodeia. Gostaria de saber o que se pode fazer em casa para este tipo de pessoas para que estes rituais vão diminuindo e se possível desaparecerem.
    Não percebo também a atitude que a DOMUS tem em relação ao pais destes doentes pois a troca de informação como a que procuro me parece ser nula refugiando-se sempre na dita ética profissional que serve somente par agravar a situação dos doentes e suas famílias e não para resolver os seus problemas. E O QUE ME PARECE E GOSTAVA DE ESTAR COMPLETAMENTE ENGANADO.
    Por estes fatos gostaria de saber se alguém me poderia ajudar nestas questões de forma a que possa ajudar esta pessoa e respetiva família.OBRIGADA

    Responder
  • 117. francisco neves  |  24 Maio, 2016 às 7:29 pm

    Gostava de saber mais sobre a doença, mas está muito explicado o que é

    Responder

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